NOTÍCIAS

13 mulheres que poderiam acabar com a dominação masculina nos rankings

SZA, Dua Lipa e Alma estão na lista

por Redação em 14/07/2017

No Hot 100 de 8 de julho, Rihanna acabou com o hiato de 12 semanas sem mulheres no Top 5 da lista – tempo mais longo que isso aconteceu desde 1972. Mas a música com a qual ela ocupou o ranking era uma participação. “Wild Thoughts” é de DJ Khaled e também conta com a colaboração de Bryson Tiller.

Duas semanas depois, no ranking datado em 22 de julho, Rihanna é a única mulher no Top 10 – comparada a 15 músicas feitas por homens ou com alguém do sexo masculino colaborando (três deles aparecem duas vezes: DJ Khaled, Justin Bieber e Quavo). A mulher com posição mais alta no ranking esta semana é Halsey com “Now Or Never” na 18ª posição, seguida por Julia Michaels com “Issues” na 19ª. E apesar de “Closer”, faixa do The Chainsmokers com a colaboração de Halsey ter liderado o Hot 100 por doze semanas no ano passado, a última mulher a chegar ao topo foi Sia, com “Cheap Thrills”, em agosto de 2016. E até mesmo nessa música, um homem colabora: Sean Paul. A última mulher a chegar ao 1º lugar sozinha? Adele, com “Hello”, em 16 de janeiro de 2016.

Há pouco tempo, as mulheres dominavam os rankings. No fim de 2014, artistas femininas solo ocuparam as primeiras cinco posições do Hot 100 por sete semanas consecutivas. Graças às parcerias, oito mulheres já chegaram a ocupar o top cinco de uma vez: Taylor Swift com “Shake It Off”; Meghan Trainor com “All About That Bass”; Iggy Azalea com “Black Widow”, parceria com Rita Ora; Tove Lo com “Habits (Stay High)”; e “Bang Bang” com Jessie J, Ariana Grande e Nicki Minaj.

Com as recém-lançadas faixas de Kesha, Demi Lovato e Selena Gomez, talvez o pêndulo possa voltar para o lado das mulheres. Mas, enquanto não podemos dar certeza, aqui estão 13 mulheres que gostaríamos que acabassem com a dominação masculina no Hot 100:

SZA
Poucos artistas valem o buzz quanto ela. Seu álbum de estreia, Ctrl, chegou ao 3º lugar do Billboard 200 na estreia e seu vídeo para “Drew Barrymore” se tornou um viral graças à participação da atriz. Se há justiça nesse mundo, a cantora e compositora de R&B vai ocupar os lugares de Ed Sheeran e Bruno Mars em breve nas listas.

Dua Lipa
Com 18 milhões de ouvintes mensais no Spotify, é chocante que a posição mais alta que a cantora chegou no Hot 100 tenha sido a 72ª, com “Blow Your Mind (Mwah)”. Esse número pode ser superado em breve: seu mais recente vídeo, “New Rules”, estreou em 7 de julho e já conta com mais de 13 milhões de visualizações no YouTube. O visual – com uma coreografia ótima – é fantástico, mas o destaque vai para a voz grossa da cantora. Desde P!nk não ouvimos uma artista com um tom assim.

Pvris
Paramore. No Doubt. Evanescence. Bandas lideradas por mulheres são uma raridade no Hot 100 – mas quando elas aparecem, causam impacto. O rock alternativo pode não ter força no cenário musical atual, mas Imagine Dragons e twenty one pilots provam que o gênero não morreu. Com uma mistura de sintetizadores dark, rock pesado e a voz da líder Lynn Gunn, Pvris promete ser a próxima revelação.

DeJ Loaf
Desde que Iggy Azalea liderou o Hot 100 com “Fancy” em 2014, apenas outra rapper feminina chegou ao Top 10: Nicki Minaj. Partindo do ponto que existem nove rappers masculinos no Top 10 desta semana, isso é absurdo. Enquanto existem várias rappers com tanto talento quanto os homens, poucas têm futuro como DeJ Loaf. Com o apoio de Drake e Kylie Jenner e três entradas no Hot 100 a seu favor, estamos prontos para que “No Fear” ocupe a lista.

Cardi B
Outra rapper que pode encontrar um espaço no ranking é Cardi B. Seu primeiro single com uma grande gravadora, “Bodak Yellow”, acaba de estrear no Hot 100, em 85º lugar e tem aparecido na lista viral do Spotify. Conhecida no Instagram (ela tem 7,6 milhões de seguidores) e seus contatos na comunidade do hip hop (ela já se apresentou com Lil’ Kim e Remy Ma), esperamos muito dessa nativa do Bronx.

Dagny
Não é nenhuma surpresa que Elton John escolheu a dedo esta artista norueguesa para abrir alguns de seus shows: ela é pura alegria. O visual de seu último single “Wearing Nothing” é a representação de um relacionamento perfeito. Com uma coreografia divertida e uma batida animada, é impossível ver esse clipe sem sorrir.

Carly Pearce
O country também é um gênero dominado pelos homens: No ranking Hot Country Songs datado em 22 de julho, das 50 músicas listadas, apenas quatro são de mulheres solo: Maren Morris, Kelsea Ballerini, Miranda Lambert e Carly Pearce. Ainda que colaborações incluindo Carrie Underwood, Lauren Alaine e Faith Hill sejam levadas em consideração – além do Lady Antebellum – a proporção de homens e mulheres é vergonhosa. É a chance de Carly brilhar. A balada “Every Little Thing” é devastadora e com apelo de crossover. Fãs de outros gêneros podem cair na sua graça.

Vérité
Ela cresceu ouvindo o rock alternativo dos anos 1990 como The Cranberries, Green Day e Nirvana. A influência é sentida em suas músicas com pegada grunge e dark pop. Com uma sonoridade que passeia entre Tove Lo e Lorde, estamos ansiosos pelo futuro dela.

Jessie Reyez
O último disco de Calvin Harris, Funk Wav Bounces Vol. 1, está cheio de colaborações de alto nível: Pharrell Williams, Katy Perry, Future, Nicki Minaj e Snoop Dogg são apenas alguns dos nomes. Significa muito, então, que ele tenha escolhido a menos conhecida canadense para participar do álbum. Ela é cativante. Ouça o single “Figures”, do EP de estreia Kiddo e tente não colocar no repeat.

Alma
Com cabelo verde e voz potente, ela está prestes a se destacar. Seu primeiro EP, Dye My Hair, gerou mais de 100 milhões de streams no Spotify. MNEK, Charli XCX, Rudimental e Gorgon City estão ajudando na produção de seu primeiro álbum de estúdio.

CupcakKe
As letras de CupcakKe fazem com que “My Neck, My Back” de Khia pareça canção infantil. Com títulos como “Cumshot”, “Deepthroat”, “Juicy Coochie” e “Spider-Man Dick”, é óbvio que a rapper tem orgulho de suas letras explícitas. Na verdade, no vídeo para “CPR”, uma ode ao sexo oral, ela simula o ato em um milho. Mas, por trás de todas as insinuações sexuais, existe uma mulher com um ponto de vista necessário: ela fala sobre distúrbios alimentares e pobreza com a mesma convicção com que fala em suas faixas mais provocantes.

K.Flay
K.Flay é a resposta feminina ao twenty one pilots. Com duas entradas no ranking Alternative Songs (“Blood In The Cut”, que chegou ao 4º lugar e “High Enough”, em 20º lugar nesta semana), suas faixas se encaixam nas cenas de abertura de um filme de ação. Sua equipe deveria encaixar alguma música da cantora na sequência de Esquadrão Suicida.

Astrid S
São poucas as cantoras que podem dizer que já trabalharam em discos de Shawn Mendes, Avicii e Katy Perry, mas a revelação Astrid S pode se gabar. E ela também manda bem sozinha. Faixas como “Hurts So Good” e “Breathe” fizeram sucesso fora dos Estados Unidos. Seu single mais recente, “Such A Boy”, é a indicação de que podemos vê-la no Hot 100 em breve.

  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Na Conta Da Loucura
Bruno & Marrone
2
Cê Acredita (Part. MC Kevinho)
João Neto & Frederico
Áudio indisponível
3
Raspão (Part. Simone & Simaria)
Henrique & Diego
4
Avisa Que Eu Cheguei (Part. Ivete Sangalo)
Naiara Azevedo
5
Destino
Zezé Di Camargo & Luciano
Áudio indisponível
RANKING COMPLETO
NOTÍCIAS

13 mulheres que poderiam acabar com a dominação masculina nos rankings

SZA, Dua Lipa e Alma estão na lista

por Redação em 14/07/2017

No Hot 100 de 8 de julho, Rihanna acabou com o hiato de 12 semanas sem mulheres no Top 5 da lista – tempo mais longo que isso aconteceu desde 1972. Mas a música com a qual ela ocupou o ranking era uma participação. “Wild Thoughts” é de DJ Khaled e também conta com a colaboração de Bryson Tiller.

Duas semanas depois, no ranking datado em 22 de julho, Rihanna é a única mulher no Top 10 – comparada a 15 músicas feitas por homens ou com alguém do sexo masculino colaborando (três deles aparecem duas vezes: DJ Khaled, Justin Bieber e Quavo). A mulher com posição mais alta no ranking esta semana é Halsey com “Now Or Never” na 18ª posição, seguida por Julia Michaels com “Issues” na 19ª. E apesar de “Closer”, faixa do The Chainsmokers com a colaboração de Halsey ter liderado o Hot 100 por doze semanas no ano passado, a última mulher a chegar ao topo foi Sia, com “Cheap Thrills”, em agosto de 2016. E até mesmo nessa música, um homem colabora: Sean Paul. A última mulher a chegar ao 1º lugar sozinha? Adele, com “Hello”, em 16 de janeiro de 2016.

Há pouco tempo, as mulheres dominavam os rankings. No fim de 2014, artistas femininas solo ocuparam as primeiras cinco posições do Hot 100 por sete semanas consecutivas. Graças às parcerias, oito mulheres já chegaram a ocupar o top cinco de uma vez: Taylor Swift com “Shake It Off”; Meghan Trainor com “All About That Bass”; Iggy Azalea com “Black Widow”, parceria com Rita Ora; Tove Lo com “Habits (Stay High)”; e “Bang Bang” com Jessie J, Ariana Grande e Nicki Minaj.

Com as recém-lançadas faixas de Kesha, Demi Lovato e Selena Gomez, talvez o pêndulo possa voltar para o lado das mulheres. Mas, enquanto não podemos dar certeza, aqui estão 13 mulheres que gostaríamos que acabassem com a dominação masculina no Hot 100:

SZA
Poucos artistas valem o buzz quanto ela. Seu álbum de estreia, Ctrl, chegou ao 3º lugar do Billboard 200 na estreia e seu vídeo para “Drew Barrymore” se tornou um viral graças à participação da atriz. Se há justiça nesse mundo, a cantora e compositora de R&B vai ocupar os lugares de Ed Sheeran e Bruno Mars em breve nas listas.

Dua Lipa
Com 18 milhões de ouvintes mensais no Spotify, é chocante que a posição mais alta que a cantora chegou no Hot 100 tenha sido a 72ª, com “Blow Your Mind (Mwah)”. Esse número pode ser superado em breve: seu mais recente vídeo, “New Rules”, estreou em 7 de julho e já conta com mais de 13 milhões de visualizações no YouTube. O visual – com uma coreografia ótima – é fantástico, mas o destaque vai para a voz grossa da cantora. Desde P!nk não ouvimos uma artista com um tom assim.

Pvris
Paramore. No Doubt. Evanescence. Bandas lideradas por mulheres são uma raridade no Hot 100 – mas quando elas aparecem, causam impacto. O rock alternativo pode não ter força no cenário musical atual, mas Imagine Dragons e twenty one pilots provam que o gênero não morreu. Com uma mistura de sintetizadores dark, rock pesado e a voz da líder Lynn Gunn, Pvris promete ser a próxima revelação.

DeJ Loaf
Desde que Iggy Azalea liderou o Hot 100 com “Fancy” em 2014, apenas outra rapper feminina chegou ao Top 10: Nicki Minaj. Partindo do ponto que existem nove rappers masculinos no Top 10 desta semana, isso é absurdo. Enquanto existem várias rappers com tanto talento quanto os homens, poucas têm futuro como DeJ Loaf. Com o apoio de Drake e Kylie Jenner e três entradas no Hot 100 a seu favor, estamos prontos para que “No Fear” ocupe a lista.

Cardi B
Outra rapper que pode encontrar um espaço no ranking é Cardi B. Seu primeiro single com uma grande gravadora, “Bodak Yellow”, acaba de estrear no Hot 100, em 85º lugar e tem aparecido na lista viral do Spotify. Conhecida no Instagram (ela tem 7,6 milhões de seguidores) e seus contatos na comunidade do hip hop (ela já se apresentou com Lil’ Kim e Remy Ma), esperamos muito dessa nativa do Bronx.

Dagny
Não é nenhuma surpresa que Elton John escolheu a dedo esta artista norueguesa para abrir alguns de seus shows: ela é pura alegria. O visual de seu último single “Wearing Nothing” é a representação de um relacionamento perfeito. Com uma coreografia divertida e uma batida animada, é impossível ver esse clipe sem sorrir.

Carly Pearce
O country também é um gênero dominado pelos homens: No ranking Hot Country Songs datado em 22 de julho, das 50 músicas listadas, apenas quatro são de mulheres solo: Maren Morris, Kelsea Ballerini, Miranda Lambert e Carly Pearce. Ainda que colaborações incluindo Carrie Underwood, Lauren Alaine e Faith Hill sejam levadas em consideração – além do Lady Antebellum – a proporção de homens e mulheres é vergonhosa. É a chance de Carly brilhar. A balada “Every Little Thing” é devastadora e com apelo de crossover. Fãs de outros gêneros podem cair na sua graça.

Vérité
Ela cresceu ouvindo o rock alternativo dos anos 1990 como The Cranberries, Green Day e Nirvana. A influência é sentida em suas músicas com pegada grunge e dark pop. Com uma sonoridade que passeia entre Tove Lo e Lorde, estamos ansiosos pelo futuro dela.

Jessie Reyez
O último disco de Calvin Harris, Funk Wav Bounces Vol. 1, está cheio de colaborações de alto nível: Pharrell Williams, Katy Perry, Future, Nicki Minaj e Snoop Dogg são apenas alguns dos nomes. Significa muito, então, que ele tenha escolhido a menos conhecida canadense para participar do álbum. Ela é cativante. Ouça o single “Figures”, do EP de estreia Kiddo e tente não colocar no repeat.

Alma
Com cabelo verde e voz potente, ela está prestes a se destacar. Seu primeiro EP, Dye My Hair, gerou mais de 100 milhões de streams no Spotify. MNEK, Charli XCX, Rudimental e Gorgon City estão ajudando na produção de seu primeiro álbum de estúdio.

CupcakKe
As letras de CupcakKe fazem com que “My Neck, My Back” de Khia pareça canção infantil. Com títulos como “Cumshot”, “Deepthroat”, “Juicy Coochie” e “Spider-Man Dick”, é óbvio que a rapper tem orgulho de suas letras explícitas. Na verdade, no vídeo para “CPR”, uma ode ao sexo oral, ela simula o ato em um milho. Mas, por trás de todas as insinuações sexuais, existe uma mulher com um ponto de vista necessário: ela fala sobre distúrbios alimentares e pobreza com a mesma convicção com que fala em suas faixas mais provocantes.

K.Flay
K.Flay é a resposta feminina ao twenty one pilots. Com duas entradas no ranking Alternative Songs (“Blood In The Cut”, que chegou ao 4º lugar e “High Enough”, em 20º lugar nesta semana), suas faixas se encaixam nas cenas de abertura de um filme de ação. Sua equipe deveria encaixar alguma música da cantora na sequência de Esquadrão Suicida.

Astrid S
São poucas as cantoras que podem dizer que já trabalharam em discos de Shawn Mendes, Avicii e Katy Perry, mas a revelação Astrid S pode se gabar. E ela também manda bem sozinha. Faixas como “Hurts So Good” e “Breathe” fizeram sucesso fora dos Estados Unidos. Seu single mais recente, “Such A Boy”, é a indicação de que podemos vê-la no Hot 100 em breve.