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9 mulheres do rap e R&B para ficar de olho em 2017

Lista de apostas traz nomes nacionais e internacionais

por Marcos Lauro em 12/01/2017

O rap e o R&B vivem um grande momento, tanto no Brasil quanto no exterior. 2016 foi encerrado com um grande álbum de Mano Brown, Boogie Naipe, que homenageia a cena de black music dos anos 1980 sem soar datado. Lá fora, trabalhos de Anderson Paak, Childish Gambino e The Weeknd também balançaram os ouvintes de forma surpreendente.

Mas a minas também estão com tudo, surpreendendo nas melodias e nos beats. Listamos nove nomes capazes de explodir em 2017:

Drik Barbosa

“Sou Tempestade, mas entrei na mente tipo Jean Grey, xinguei/quem disse que mina não pode ser sensei?/Jinguei, sim sei, desde a Santa Cruz, playboys”. Com esses versos, Drik Barbosa abre “Mandume”, uma das faixas mais impactantes de Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa, álbum mais recente de Emicida. Antes, Drik já havia colaborado em álbuns de Marcelo Gugu, Flow MC e DJ Caique e tem 2017 para brilhar com seu trabalho solo e outras participações.

Divulgação

IZA

A carioca IZA é um fenômeno que nasceu no YouTube e em 2017, via Warner, vai deixar de lado os covers publicados na internet para se lançar em carreira com músicas próprias. Com voz potente, capaz de segurar músicas de Beyoncé, Rihanna e Prince, o primeiro single, “Quem Sabe Sou Eu”, já atraiu mais de 600 mil plays no Spotify.

Divulgação

Kehlani

A cantora já foi indicada ao Grammy de Melhor Álbum Contemporâneo Urbano com a mixtape You Should Be Here, de 2015. E, diferente de muitas artistas da nova geração, Kehlani faz raras aparições e participações em álbuns de outros artistas – com destaque para “Wrong”, no disco de Zayn, “You”, com Belly e “Retribution”, de Pusha T. Sua faixa “Gangsta” estava na trilha sonora do blockbuster Esquadrão Suicida e chegou ao nº 41 no Hot 100. Seu álbum de estreia, SweetSexySavage, chega em janeiro.

Divulgação

Leela James

Leela James não é uma novata – ela lançou seu álbum de estreia em 2005 – mas ela continua sendo ignorada pelo grande público, apesar de possuir uma das vozes mais impressionantes do R&B moderno. Sua voz alcança o funk dos anos 1970 e 1980 e a nova soul music dos anos 1990. Seu mais recente singe é "Don’t Want You Back", um meio termo entre a soul e a vibrante e pujante produção mais popular de hoje.

Divulgação

Lívia Cruz

Em setembro de 2016, Lívia Cruz soltou “Eu Tava Lá”, uma resposta à música “Quem Tava Lá”, de Costa Gold e Marechal. A ideia era colocar o dedo na ferida que é a (ainda) grande presença de machismo e misoginia no rap nacional. Funcionou, mas, com o resultado, veio também muito hater e comentários que só reforçam que a discussão é necessária.

Reprodução

Princess Nokia

De origem porto-riquenha, Princess Nolia lançou a mixtape 1992 em setembro de 2016. Em uma entrevista recente, Nokia disse que recusou várias propostas de gravadoras: está trabalhando para si mesma. Em novembro, a análise de dados do site Pandora a indicou como uma artista à beira de fazer sucesso.

Divulgação

SZA

Filha de um produtor executivo da CNN e uma executiva da AT&T, Solána Rowe, seu nome real, tinha intenção de estudar biologia marinha. Mas em 2011, seu namorado patrocinou um evento de moda que receberia um show do Kendrick Lamar. O presidente da empresa organizadora do evento ouviu alguns sons gravados de forma bastante amadora por SZA, gostou e assim começou a sua carreira. SZA já tem três EPs e se prepara para lançar seu primeiro álbum, A, depois de aparecer como compositora e participar da faixa “Consideration”, de Rihanna, no álbum Anti.

Divulgação

Tássia Reis

Sofisticação é uma palavra que pode definir o trabalho de Tássia Reis. De Jacareí, interior de São Paulo, a cantora faz uma mistura de rap e jazz e tem a pegada do hip hop dos anos 1990, de grupos como De La Soul e A Tribe Called Quest. “No Seu Radinho” já é hit em rádios populares focadas em black music e mais singles devem pintar em 2017.

Divulgação

Xênia França

Empoderamento feminino e questões raciais estão fortemente presentes na música de Xênia França, única mulher da formação do Aláfia e que se lançou em carreira solo em 2016 – o single “Breu” é uma homenagem a Claudia Silva, vítima da violência da polícia militar do Rio de Janeiro. Entre os shows do Aláfia, a carreira solo da ex-modelo deve se desenvolver em 2017.

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Wesley Safadão
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2
Regime Fechado
Simone & Simaria
3
Avisa Que Eu Cheguei (Part. Ivete Sangalo)
Naiara Azevedo
4
Na Conta Da Loucura
Bruno & Marrone
5
Amigo Taxista
Zé Neto & Cristiano
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Lista de apostas traz nomes nacionais e internacionais

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O rap e o R&B vivem um grande momento, tanto no Brasil quanto no exterior. 2016 foi encerrado com um grande álbum de Mano Brown, Boogie Naipe, que homenageia a cena de black music dos anos 1980 sem soar datado. Lá fora, trabalhos de Anderson Paak, Childish Gambino e The Weeknd também balançaram os ouvintes de forma surpreendente.

Mas a minas também estão com tudo, surpreendendo nas melodias e nos beats. Listamos nove nomes capazes de explodir em 2017:

Drik Barbosa

“Sou Tempestade, mas entrei na mente tipo Jean Grey, xinguei/quem disse que mina não pode ser sensei?/Jinguei, sim sei, desde a Santa Cruz, playboys”. Com esses versos, Drik Barbosa abre “Mandume”, uma das faixas mais impactantes de Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa, álbum mais recente de Emicida. Antes, Drik já havia colaborado em álbuns de Marcelo Gugu, Flow MC e DJ Caique e tem 2017 para brilhar com seu trabalho solo e outras participações.

Divulgação

IZA

A carioca IZA é um fenômeno que nasceu no YouTube e em 2017, via Warner, vai deixar de lado os covers publicados na internet para se lançar em carreira com músicas próprias. Com voz potente, capaz de segurar músicas de Beyoncé, Rihanna e Prince, o primeiro single, “Quem Sabe Sou Eu”, já atraiu mais de 600 mil plays no Spotify.

Divulgação

Kehlani

A cantora já foi indicada ao Grammy de Melhor Álbum Contemporâneo Urbano com a mixtape You Should Be Here, de 2015. E, diferente de muitas artistas da nova geração, Kehlani faz raras aparições e participações em álbuns de outros artistas – com destaque para “Wrong”, no disco de Zayn, “You”, com Belly e “Retribution”, de Pusha T. Sua faixa “Gangsta” estava na trilha sonora do blockbuster Esquadrão Suicida e chegou ao nº 41 no Hot 100. Seu álbum de estreia, SweetSexySavage, chega em janeiro.

Divulgação

Leela James

Leela James não é uma novata – ela lançou seu álbum de estreia em 2005 – mas ela continua sendo ignorada pelo grande público, apesar de possuir uma das vozes mais impressionantes do R&B moderno. Sua voz alcança o funk dos anos 1970 e 1980 e a nova soul music dos anos 1990. Seu mais recente singe é "Don’t Want You Back", um meio termo entre a soul e a vibrante e pujante produção mais popular de hoje.

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Lívia Cruz

Em setembro de 2016, Lívia Cruz soltou “Eu Tava Lá”, uma resposta à música “Quem Tava Lá”, de Costa Gold e Marechal. A ideia era colocar o dedo na ferida que é a (ainda) grande presença de machismo e misoginia no rap nacional. Funcionou, mas, com o resultado, veio também muito hater e comentários que só reforçam que a discussão é necessária.

Reprodução

Princess Nokia

De origem porto-riquenha, Princess Nolia lançou a mixtape 1992 em setembro de 2016. Em uma entrevista recente, Nokia disse que recusou várias propostas de gravadoras: está trabalhando para si mesma. Em novembro, a análise de dados do site Pandora a indicou como uma artista à beira de fazer sucesso.

Divulgação

SZA

Filha de um produtor executivo da CNN e uma executiva da AT&T, Solána Rowe, seu nome real, tinha intenção de estudar biologia marinha. Mas em 2011, seu namorado patrocinou um evento de moda que receberia um show do Kendrick Lamar. O presidente da empresa organizadora do evento ouviu alguns sons gravados de forma bastante amadora por SZA, gostou e assim começou a sua carreira. SZA já tem três EPs e se prepara para lançar seu primeiro álbum, A, depois de aparecer como compositora e participar da faixa “Consideration”, de Rihanna, no álbum Anti.

Divulgação

Tássia Reis

Sofisticação é uma palavra que pode definir o trabalho de Tássia Reis. De Jacareí, interior de São Paulo, a cantora faz uma mistura de rap e jazz e tem a pegada do hip hop dos anos 1990, de grupos como De La Soul e A Tribe Called Quest. “No Seu Radinho” já é hit em rádios populares focadas em black music e mais singles devem pintar em 2017.

Divulgação

Xênia França

Empoderamento feminino e questões raciais estão fortemente presentes na música de Xênia França, única mulher da formação do Aláfia e que se lançou em carreira solo em 2016 – o single “Breu” é uma homenagem a Claudia Silva, vítima da violência da polícia militar do Rio de Janeiro. Entre os shows do Aláfia, a carreira solo da ex-modelo deve se desenvolver em 2017.

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