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A história por trás do tributo de Adele a George Michael

Na ideia original, Beyoncé, Rihanna e James Corden participariam da homenagem

por Redação em 14/02/2017

A cantora Adele chamou atenção ao parar sua performance de “Fastlove”, música escolhida para o tributo que fez para George Michael na edição deste ano do Grammy, por causa de um erro técnico e recomeçar a apresentação, ao vivo.

ADELE É A GRANDE GANHADORA DO GRAMMY 2017; VEJA A LISTA DOS VENCEDORES

Apaixonada pelo trabalho de Michael, Adele explicou, nos bastidores, que tinha cerca de 10 anos quando descobriu “Fastlove”. “Quando o vídeo foi lançado, fiquei impressionada com a beleza dele. É excepcional o quanto ele era bonito”.

Ela se conectou com a letra, que faz referências promíscuas, mas também fala sobre se perder.

Figura icônica no Reino Unido, a morte de George Michael no Natal deixou Adele “devastada”. “Precisei caminhar um pouco sozinha para respirar”.

De acordo com Adele, “A família não queria um tributo, mas voltaram atrás e foram específicos sobre minha participação”.

GRAMMY CONSAGRA E, AO MESMO TEMPO, PREJUDICA ADELE AO VIVO - DE NOVO

O produtor executive do show, Ken Ehrlich, que já trabalhou com George Michael várias vezes no passado, confirma. “O sonho era ter Adele – precisávamos que desse certo”.

Michael Lippman, empresário de longa data do astro, também tinha um sonho: ter James Corden, apresentador do Grammy e do quadro “Carpool Karaoke” e que teve sua estreia com George Michael no banco do passageiro, Adele, Beyoncé e Rihanna no mesmo palco, cada um cantando um verso de uma música de fases diferentes da carreira do cantor (“Freedom” e “One More Try” entre elas) em um grande mash up. Mas, rapidamente, ficou evidente o quão entregue Adele estava.

Adele se envolveu com todo o processo de criação da performance. “Era importante e ela estava completamente comprometida”, diz Ehrlich, que afirma que a cantora também ajudou na escolha das imagens e vídeos usados na parte visual da apresentação.

“Ele é um dos ícones de verdade, porque na maior parte do tempo, com pessoas que são tão famosas, tende a existir uma certa falsidade, uma máscara e um alter-ego para própria proteção”, disse a cantora nos bastidores após o tributo. “Ele era muito britânico. Não importava onde sua carreira ou sua vida amorosa o levasse, ele sempre se manteve fiel às suas raízes. Me vejo nisso. Não importa o quanto eu tente escapar disso, minhas raízes também são britânicas. Foi uma honra fazer esta homenagem”.

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Adele se envolveu com todo o processo de criação da performance. “Era importante e ela estava completamente comprometida”, diz Ehrlich, que afirma que a cantora também ajudou na escolha das imagens e vídeos usados na parte visual da apresentação.

“Ele é um dos ícones de verdade, porque na maior parte do tempo, com pessoas que são tão famosas, tende a existir uma certa falsidade, uma máscara e um alter-ego para própria proteção”, disse a cantora nos bastidores após o tributo. “Ele era muito britânico. Não importava onde sua carreira ou sua vida amorosa o levasse, ele sempre se manteve fiel às suas raízes. Me vejo nisso. Não importa o quanto eu tente escapar disso, minhas raízes também são britânicas. Foi uma honra fazer esta homenagem”.