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A trajetória lenta e gradual do Cidadão Instigado

por em 16/10/2015
Por Marcos Lauro Em abril de 2015, o Cidadão Instigado lançou Fortaleza, seu mais recente trabalho, que foi logo abraçado pela crítica. Inicialmente disponível apenas para download no site oficial da banda, o álbum ganha somente agora a sua versão física. E streaming? “Estamos em processo... Lento. Lançamos primeiro para download e acabamos de receber os CDs da fábrica. O próximo passo vai ser organizar toda a parte digital. E queremos fazer LP”, afirma Catatau, vocalista e guitarrista da banda, formada também por Dustan Gallas (guitarra, teclado e vocais), Regis Damasceno (baixo e vocais), Rian Batista (violão, teclado e vocais), Clayton Martin (bateria e sampler) eYury Kalil (P.A. e efeitos). O Cidadão Instigado toca em São Paulo neste sábado (17/10), na programação do Popload Festival. A Billboard Brasil conversou com Catatau sobre esse show e a carreira do grupo. Sem pressa! O Popload Festival era um evento mais focado em artistas hypados e atraía um público mais jovem. Hoje está abrindo mais o leque, até com rap na programação. Como é participar dessa transformação? Acho ótimo estarmos na programação do Popload. Ainda estamos em fase de lançamento do nosso disco novo e é massa estarmos em vários lugares. O festival já tem um estilo e eu acho que com essa programação mais aberta, desperta interesse de outras pessoas. Espero que continue despertando dos jovens. A juventude atual tem se mostrado muito massa! O Cidadão Instigado ainda não está no Spotify. O streaming interessa para vocês? É um objetivo? Estamos em processo... Lento. Lançamos primeiro para download gratuito e acabamos de receber os CDs da fábrica. O próximo passo vai ser organizar toda a parte digital. Mais pra frente queremos fazer LP. Não temos pressa e está tudo acontecendo na hora certa. Muitos consideram o Cidadão um dream team da música, com músicos bem conceituados e que trabalham com muitos outros artistas. Como é isso pra vocês? Nós todos adoramos tocar com outros artistas. É a nossa escola. A gente tem sorte de trabalhar com gente que a gente admira e assim vira uma troca. Não tenho o que reclamar sobre isso. E temos o Cidadão, que é nossa banda. Ano que vem completamos 20 anos. É tipo sair pra viajar e voltar pra casa. O intervalo entre Uhuuu! e Fortaleza se deveu às dificuldades das agendas de cada um? O Cidadão precisa de um tempo em que vocês se reúnam pra compôr juntos ou as músicas surgem de forma separada, individualmente? Esse intervalo foi muito natural. Sou uma pessoa lenta e como nos aventuramos em fazer algo diferente, demorou. Geralmente eu componho as músicas e chego com elas pra gente fazer os arranjos juntos. Tem sido assim até agora, mas não é uma regra. O disco demorou, mas agora está aí. Precisava ser lento pra sair como saiu e ficamos muito felizes com o resultado final.
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A trajetória lenta e gradual do Cidadão Instigado

por em 16/10/2015
Por Marcos Lauro Em abril de 2015, o Cidadão Instigado lançou Fortaleza, seu mais recente trabalho, que foi logo abraçado pela crítica. Inicialmente disponível apenas para download no site oficial da banda, o álbum ganha somente agora a sua versão física. E streaming? “Estamos em processo... Lento. Lançamos primeiro para download e acabamos de receber os CDs da fábrica. O próximo passo vai ser organizar toda a parte digital. E queremos fazer LP”, afirma Catatau, vocalista e guitarrista da banda, formada também por Dustan Gallas (guitarra, teclado e vocais), Regis Damasceno (baixo e vocais), Rian Batista (violão, teclado e vocais), Clayton Martin (bateria e sampler) eYury Kalil (P.A. e efeitos). O Cidadão Instigado toca em São Paulo neste sábado (17/10), na programação do Popload Festival. A Billboard Brasil conversou com Catatau sobre esse show e a carreira do grupo. Sem pressa! O Popload Festival era um evento mais focado em artistas hypados e atraía um público mais jovem. Hoje está abrindo mais o leque, até com rap na programação. Como é participar dessa transformação? Acho ótimo estarmos na programação do Popload. Ainda estamos em fase de lançamento do nosso disco novo e é massa estarmos em vários lugares. O festival já tem um estilo e eu acho que com essa programação mais aberta, desperta interesse de outras pessoas. Espero que continue despertando dos jovens. A juventude atual tem se mostrado muito massa! O Cidadão Instigado ainda não está no Spotify. O streaming interessa para vocês? É um objetivo? Estamos em processo... Lento. Lançamos primeiro para download gratuito e acabamos de receber os CDs da fábrica. O próximo passo vai ser organizar toda a parte digital. Mais pra frente queremos fazer LP. Não temos pressa e está tudo acontecendo na hora certa. Muitos consideram o Cidadão um dream team da música, com músicos bem conceituados e que trabalham com muitos outros artistas. Como é isso pra vocês? Nós todos adoramos tocar com outros artistas. É a nossa escola. A gente tem sorte de trabalhar com gente que a gente admira e assim vira uma troca. Não tenho o que reclamar sobre isso. E temos o Cidadão, que é nossa banda. Ano que vem completamos 20 anos. É tipo sair pra viajar e voltar pra casa. O intervalo entre Uhuuu! e Fortaleza se deveu às dificuldades das agendas de cada um? O Cidadão precisa de um tempo em que vocês se reúnam pra compôr juntos ou as músicas surgem de forma separada, individualmente? Esse intervalo foi muito natural. Sou uma pessoa lenta e como nos aventuramos em fazer algo diferente, demorou. Geralmente eu componho as músicas e chego com elas pra gente fazer os arranjos juntos. Tem sido assim até agora, mas não é uma regra. O disco demorou, mas agora está aí. Precisava ser lento pra sair como saiu e ficamos muito felizes com o resultado final.