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Animado com a cena eletrônica, Arty fala sobre sua passagem pelo Brasil

por em 06/12/2015
Por Rodrigo Amaral da Rocha Neste final de semana, nos dias 04 e 05 de dezembro, passou por São Paulo o Electric Daisy Carnival, um dos maiores festivais de música eletrônica do mundo que chega ao Brasil pela primeira vez em 2015. O mega evento para os apreciadores das batidas eletrônicas vem na onda de outro gigante que aterrizou em terras tupiniquins, o Tomorrowland, e mostra o grande momento que a cena do gênero vive ao redor do mundo. Uma das principais atrações do EDC, o DJ Arty é um dos nomes que aproveita esta boa fase. Com apenas 26 anos, o russo tem uma carreira relativamente curta - seu primeiro álbum, Glorious, foi lançado no começo de outubro. O jovem falou com a Billboard Brasil sobre o animador cenário da música eletrônica no mundo, que chega a atingir inclusive o seu país natal, pouco tradicional quando o assunto é o bate-estaca. [caption id="attachment_46884" align="aligncenter" width="599"]Arty durante apresentação no EDC Brasil Arty durante apresentação no EDC Brasil (Imsoniac Events)[/caption] A música eletrônica está em grande fase e se faz  presente em diferentes ritmos musicais. Você tem projetos para experimentar em outras áreas da música? Com quem você gostaria de tocar? A cena eletrônica em ótima fase, de fato! Eu fui criado tocando muitos instrumentos, então eu sou um músico de formação clássica. Acho que seria muito interessante ver o que posso fazer com estes meus talentos também. Eu não tenho alguém em mente que eu gostaria de trabalhar, mas eu gostaria de trabalhar com alguns dos grandes pop stars do mundo. Como é a música eletrônica na Rússia, seu país natal? Na verdade não é tão grande como é aqui no Brasil! Há um grande número de artistas e há uma cena, mas não é tão grande e tão profissional como aqui. Mas ainda vai chegar lá, porém, agora não é a cena mais acessível no momento. E no Brasil, como você vê a cena eletrônica? É tão louco aqui no Brasil e na América Latina em geral. A cena é relativamente jovem aqui, então todos ficam super animados sobre como vem explodindo a música eletrÔnica. Além disso, eu sinto que, por não haver tantos grandes festivais por aqui, as pessoas ficam bem animadas quando algo como o EDC aparecer por aqui. Como foi tocar em São Paulo e Recife? É diferente de se apresentar na Europa e nos EUA, por exemplo? É diferente, com certeza! A Europa pode ser muito mais crítica em relação aos artistas, enquanto os Americanos estão mais abertos a novos nomes. Quais são os próximos planos para a carreira? Parece clichê, mas é verdade. Eu estou trabalhando em um monte de músicas novas e vou liberá-las muito em breve. Além disso, estou ocupado com a turnê do meu ultimo álbum que tem sido um sucesso. Para os leitores da Billboard que não conhecem o Arty, como você apresentaria o seu som? Nos meus primeiros anos de produção de música eletrônica, eu toquei muito trance, agora eu estou produzinho um som eletrônico mais pop. É uma combinação de todas essas influências que criaram o meu estilo atual.
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Animado com a cena eletrônica, Arty fala sobre sua passagem pelo Brasil

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Por Rodrigo Amaral da Rocha Neste final de semana, nos dias 04 e 05 de dezembro, passou por São Paulo o Electric Daisy Carnival, um dos maiores festivais de música eletrônica do mundo que chega ao Brasil pela primeira vez em 2015. O mega evento para os apreciadores das batidas eletrônicas vem na onda de outro gigante que aterrizou em terras tupiniquins, o Tomorrowland, e mostra o grande momento que a cena do gênero vive ao redor do mundo. Uma das principais atrações do EDC, o DJ Arty é um dos nomes que aproveita esta boa fase. Com apenas 26 anos, o russo tem uma carreira relativamente curta - seu primeiro álbum, Glorious, foi lançado no começo de outubro. O jovem falou com a Billboard Brasil sobre o animador cenário da música eletrônica no mundo, que chega a atingir inclusive o seu país natal, pouco tradicional quando o assunto é o bate-estaca. [caption id="attachment_46884" align="aligncenter" width="599"]Arty durante apresentação no EDC Brasil Arty durante apresentação no EDC Brasil (Imsoniac Events)[/caption] A música eletrônica está em grande fase e se faz  presente em diferentes ritmos musicais. Você tem projetos para experimentar em outras áreas da música? Com quem você gostaria de tocar? A cena eletrônica em ótima fase, de fato! Eu fui criado tocando muitos instrumentos, então eu sou um músico de formação clássica. Acho que seria muito interessante ver o que posso fazer com estes meus talentos também. Eu não tenho alguém em mente que eu gostaria de trabalhar, mas eu gostaria de trabalhar com alguns dos grandes pop stars do mundo. Como é a música eletrônica na Rússia, seu país natal? Na verdade não é tão grande como é aqui no Brasil! Há um grande número de artistas e há uma cena, mas não é tão grande e tão profissional como aqui. Mas ainda vai chegar lá, porém, agora não é a cena mais acessível no momento. E no Brasil, como você vê a cena eletrônica? É tão louco aqui no Brasil e na América Latina em geral. A cena é relativamente jovem aqui, então todos ficam super animados sobre como vem explodindo a música eletrÔnica. Além disso, eu sinto que, por não haver tantos grandes festivais por aqui, as pessoas ficam bem animadas quando algo como o EDC aparecer por aqui. Como foi tocar em São Paulo e Recife? É diferente de se apresentar na Europa e nos EUA, por exemplo? É diferente, com certeza! A Europa pode ser muito mais crítica em relação aos artistas, enquanto os Americanos estão mais abertos a novos nomes. Quais são os próximos planos para a carreira? Parece clichê, mas é verdade. Eu estou trabalhando em um monte de músicas novas e vou liberá-las muito em breve. Além disso, estou ocupado com a turnê do meu ultimo álbum que tem sido um sucesso. Para os leitores da Billboard que não conhecem o Arty, como você apresentaria o seu som? Nos meus primeiros anos de produção de música eletrônica, eu toquei muito trance, agora eu estou produzinho um som eletrônico mais pop. É uma combinação de todas essas influências que criaram o meu estilo atual.