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Artistas da música que perdemos para a AIDS

1º de dezembro é o Dia Mundial de Combate à doença

por Redação em 01/12/2016

Descoberta nos anos 1980, nos Estados Unidos, a AIDS é uma doença que atinge o sistema imunológico dos pacientes infectados com o vírus HIV. Nesta quinta-feira (1/12), comemoramos o Dia Mundial de Combate à AIDS, como forma de conscientizar a população sobre como se prevenir. Infelizmente, perdemos grandes nomes da música na batalha contra a doença. Reunimos alguns deles na galeria a seguir:

Freddie Mercury: O vocalista e líder da banda Queen faleceu em 24 de novembro de 1981 por causa de uma broncopneumonia decorrente da AIDS, que enfraquece o sistema imunológico dos pacientes infectados. Freddie escondeu a doença de seus pais e falou brevemente sobre sua condição com amigos e companheiros da banda, continuando a cantar e gravar discos até falecer. Um dia antes da morte, ele emitiu um comunicado admitindo a doença, após muita especulação da imprensa e dos fãs. Ele tinha 45 anos.

Divulgação

Cazuza: O cantor foi o primeiro artista brasileiro a assumir publicamente que era portador do vírus HIV, alguns anos após ser contaminado. Ele continuou a trabalhar, gravar discos, fazer turnês, enquanto tomava os remédios e passava temporadas em hospitais nos Estados Unidos para fazer tratamento. A possibilidade de morrer e o terror da doença inspiraram-no a escrever alguns de seus maiores hits. Morreu em 7 de julho de 1990, já muito debilitado. No mesmo ano, sua mãe Lucinha fundou a instituição Viva Cazuza para ajudar crianças soropositivas.

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Renato Russo: O vocalista e líder do Legião Urbana nunca falou publicamente sobre a sua doença e negava a afirmação em entrevistas. Sua própria mãe só descobriu o motivo de sua morte pela televisão. No fim da vida, já se encontrava muito deprimido e mal se alimentava. Ele acreditava ter contraído o vírus após se relacionar com um americano em Nova York e terem usado heroína juntos. Renato faleceu em 11 de outubro de 1996.

Divulgação

Fela Kuti: O músico nigeriano, ícone da música africana e criador do afrobeat faleceu por decorrência da AIDS em 1997, aos 58 anos, após viver uma vida de excessos. Sua história virou musical da Broadway produzido por Jay Z e Will Smith. Fela contraiu o vírus dez anos antes de sua morte, durante uma temporada em que ficou preso e teve uma visita íntima. Ele desprezou os tratamentos médicos porque acreditava que espíritos o salvariam da doença.

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Héctor Lavoe: Ícone da salsa, o porto-riquenho viveu uma vida cheia de excessos. Por causa de tragédias e pela perda de vários familiares, Lavoe se afundou nas drogas para escapar da depressão que sentia. Foi usando heroína que contraiu o vírus HIV que o levou à morte em 29 de junho de 1993, aos 46 anos.

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Descoberta nos anos 1980, nos Estados Unidos, a AIDS é uma doença que atinge o sistema imunológico dos pacientes infectados com o vírus HIV. Nesta quinta-feira (1/12), comemoramos o Dia Mundial de Combate à AIDS, como forma de conscientizar a população sobre como se prevenir. Infelizmente, perdemos grandes nomes da música na batalha contra a doença. Reunimos alguns deles na galeria a seguir:

Freddie Mercury: O vocalista e líder da banda Queen faleceu em 24 de novembro de 1981 por causa de uma broncopneumonia decorrente da AIDS, que enfraquece o sistema imunológico dos pacientes infectados. Freddie escondeu a doença de seus pais e falou brevemente sobre sua condição com amigos e companheiros da banda, continuando a cantar e gravar discos até falecer. Um dia antes da morte, ele emitiu um comunicado admitindo a doença, após muita especulação da imprensa e dos fãs. Ele tinha 45 anos.

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Cazuza: O cantor foi o primeiro artista brasileiro a assumir publicamente que era portador do vírus HIV, alguns anos após ser contaminado. Ele continuou a trabalhar, gravar discos, fazer turnês, enquanto tomava os remédios e passava temporadas em hospitais nos Estados Unidos para fazer tratamento. A possibilidade de morrer e o terror da doença inspiraram-no a escrever alguns de seus maiores hits. Morreu em 7 de julho de 1990, já muito debilitado. No mesmo ano, sua mãe Lucinha fundou a instituição Viva Cazuza para ajudar crianças soropositivas.

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Renato Russo: O vocalista e líder do Legião Urbana nunca falou publicamente sobre a sua doença e negava a afirmação em entrevistas. Sua própria mãe só descobriu o motivo de sua morte pela televisão. No fim da vida, já se encontrava muito deprimido e mal se alimentava. Ele acreditava ter contraído o vírus após se relacionar com um americano em Nova York e terem usado heroína juntos. Renato faleceu em 11 de outubro de 1996.

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Fela Kuti: O músico nigeriano, ícone da música africana e criador do afrobeat faleceu por decorrência da AIDS em 1997, aos 58 anos, após viver uma vida de excessos. Sua história virou musical da Broadway produzido por Jay Z e Will Smith. Fela contraiu o vírus dez anos antes de sua morte, durante uma temporada em que ficou preso e teve uma visita íntima. Ele desprezou os tratamentos médicos porque acreditava que espíritos o salvariam da doença.

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Héctor Lavoe: Ícone da salsa, o porto-riquenho viveu uma vida cheia de excessos. Por causa de tragédias e pela perda de vários familiares, Lavoe se afundou nas drogas para escapar da depressão que sentia. Foi usando heroína que contraiu o vírus HIV que o levou à morte em 29 de junho de 1993, aos 46 anos.

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