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Batemos um papo com Irie, o DJ oficial do Miami Heat, que joga hoje no Rio

por em 11/10/2014
Por Maurício Amendola A HSBC Arena, no Rio de Janeiro, recebe hoje o duelo entre os gigantes da NBA Cleveland Cavaliers e Miami Heat. Será o reencontro entre Lebron James e seu antigo time (o astro do basquete americano se destacou em Cleveland, virou um monstro atuando em Miami e agora está de volta à primeira equipe). Independentemente do resultado, a festa para o Heat está garantida, pelo menos se depender de Irie. Nascido e crescido na cidade da Flórida, O DJ é o responsável pelas festas do time de Miami desde 1999 e veio com os jogadores para garantir que a música não pare durante a passagem pelo Brasil. Além de músico, ele comanda a Irie Foundation, organização que batalha pela melhoria de vida de jovens do sul da Flórida por meio de oportunidades educacionais. DJ Irie bateu um papo com Billboard Brasil e falou sobre música, carreira e o reencontro com Lebron, por quem ele não pode mais torcer. DJ IRIE Como sua carreira como DJ começou? Ao final do meu ensino médio, já tinha acumulado uma grande coleção de discos e, em seguida, surgiu uma oportunidade de tocar numa festa de ano novo. Quando percebi, minha carreira já havia começado. Como aconteceu o contato com o Miami Heat? Em 1999, o Miami Heat estava se preparando para fazer a mudança de sua antiga casa para a American Airlines Arena. A equipe de marketing queria intensificar a parte de entretenimento com as novas instalações e havia a ideia inovadora de um DJ oficial. Na época, eu já me apresentava em grandes eventos de Miami e marcaram uma reunião comigo. Acredite, na época, eu estava preparado para recusar a oferta, pois não me sentia a pessoa certa. Depois meu coração mudou. Aprendi que não havia nenhuma franquia oficial de esportes profissionais com um DJ oficial, nem na NBA, nem na NFL, nem na MLB. Percebi que isso era algo que eu não poderia deixar passar. Três anéis de campeonato e 14 temporadas depois, vejo que deixamos nossa marca na história. O quanto a atmosfera de Miami é decisiva no seu som? Muito. Eu realmente acredito que não seria o artista que sou hoje se não tivesse a sorte de aprimorar minha arte naquela cidade. Miami não é apenas a Meca da vida noturna e do entretenimento, mas uma das cidades mais diversificadas do mundo. Eu experimento o Caribe, a América Latina, a Europa e a Ásia apenas estando em Miami. É uma profunda influência. O que você espera do encontro entre Lebron James e seu antigo time? Um confronto altamente competitivo! O Miami Heat tem um grande apreço e respeito por tudo que conquistamos com Lebron nos últimos quatro anos, mas agora é hora de seguir em frente. O time é orgulho para os fãs da cidade e nada mais importa. Nós não olhamos esse duelo apenas como o reencontro entre Lebron e seu antigo time... É o Cavaliers contra o Miami Heat, e iremos jogar duro como se fosse qualquer outra equipe da NBA. Lebron James ou Dwyane Wade? Lebron é um atleta incrível, mas meu favorito de todos os tempos é e sempre será Dwyane Wade! É um profissional consagrado dentro e fora das quadradas e já fez muito pelo Miami. Amo e respeito demais esse cara. Quais músicas não podem ficar de fora da sua playlist? Ser um músico de Miami significar ser extremamente orgulhoso das contribuições que artistas locais deram à música popular. Eu tenho que representa-los, portanto, não podem ficar de foras gravações dos maiores talentos de Miami, como Pitbull, Flo Rida, Gloria Estefan... Como você vê a relação entre música e esportes? Andam de mãos dadas. Não só entre os atletas, mas entre os fãs também. Basta imaginar você indo para seu evento esportivo favorito e não ouvir nenhuma música para curtir essa experiência. Imagine como isso seria estranho? Os atletas sempre estão com seus fones antes de entrarem numa partida, para se sentirem motivados.  A música faz com que a experiência esportiva fique completa. Quais são suas impressões sobre o Brasil e o Rio de Janeiro? Vim para o Rio de Janeiro como turista muitas vezes. Acho que a primeira vez foi em 2001 ou 2002. É um dos meus lugares favoritos do mundo! O país e as pessoas são absolutamente lindos e eu nunca consigo ficar tempo suficiente para conhecer mais praias e provar mais comidas. Passei três semanas no Rio fazendo eventos para a Copa do Mundo no início deste ano e foram os melhores dias da minha vida. https://www.youtube.com/watch?v=tufP9yy8yn0 Na sua opinião, quais são os times favoritos para o título da NBA deste ano? Existem alguns, mas acho que o favorito da conferência oeste é o Oklahoma City Thunder e, da leste, colocaria o Miami Heat ou o Cleveland Cavaliers. Quais foram as três melhores apresentações da sua vida? Tive muitas experiências memoráveis ao longo de minha carreira, o que torna esse Top 3 meio difícil, mas aí vai: 1) Todas as festas de finais da NBA 2) Participação na final da Copa do Mundo deste ano no estádio do Maracanã 3) Performances no SuperBowl  
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    EUA
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De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
2
Na Conta Da Loucura
Bruno & Marrone
3
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
4
Aquela Pessoa
Henrique & Juliano
5
Ar-Condicionado No 15
Wesley Safadão
Áudio indisponível
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Batemos um papo com Irie, o DJ oficial do Miami Heat, que joga hoje no Rio

por em 11/10/2014
Por Maurício Amendola A HSBC Arena, no Rio de Janeiro, recebe hoje o duelo entre os gigantes da NBA Cleveland Cavaliers e Miami Heat. Será o reencontro entre Lebron James e seu antigo time (o astro do basquete americano se destacou em Cleveland, virou um monstro atuando em Miami e agora está de volta à primeira equipe). Independentemente do resultado, a festa para o Heat está garantida, pelo menos se depender de Irie. Nascido e crescido na cidade da Flórida, O DJ é o responsável pelas festas do time de Miami desde 1999 e veio com os jogadores para garantir que a música não pare durante a passagem pelo Brasil. Além de músico, ele comanda a Irie Foundation, organização que batalha pela melhoria de vida de jovens do sul da Flórida por meio de oportunidades educacionais. DJ Irie bateu um papo com Billboard Brasil e falou sobre música, carreira e o reencontro com Lebron, por quem ele não pode mais torcer. DJ IRIE Como sua carreira como DJ começou? Ao final do meu ensino médio, já tinha acumulado uma grande coleção de discos e, em seguida, surgiu uma oportunidade de tocar numa festa de ano novo. Quando percebi, minha carreira já havia começado. Como aconteceu o contato com o Miami Heat? Em 1999, o Miami Heat estava se preparando para fazer a mudança de sua antiga casa para a American Airlines Arena. A equipe de marketing queria intensificar a parte de entretenimento com as novas instalações e havia a ideia inovadora de um DJ oficial. Na época, eu já me apresentava em grandes eventos de Miami e marcaram uma reunião comigo. Acredite, na época, eu estava preparado para recusar a oferta, pois não me sentia a pessoa certa. Depois meu coração mudou. Aprendi que não havia nenhuma franquia oficial de esportes profissionais com um DJ oficial, nem na NBA, nem na NFL, nem na MLB. Percebi que isso era algo que eu não poderia deixar passar. Três anéis de campeonato e 14 temporadas depois, vejo que deixamos nossa marca na história. O quanto a atmosfera de Miami é decisiva no seu som? Muito. Eu realmente acredito que não seria o artista que sou hoje se não tivesse a sorte de aprimorar minha arte naquela cidade. Miami não é apenas a Meca da vida noturna e do entretenimento, mas uma das cidades mais diversificadas do mundo. Eu experimento o Caribe, a América Latina, a Europa e a Ásia apenas estando em Miami. É uma profunda influência. O que você espera do encontro entre Lebron James e seu antigo time? Um confronto altamente competitivo! O Miami Heat tem um grande apreço e respeito por tudo que conquistamos com Lebron nos últimos quatro anos, mas agora é hora de seguir em frente. O time é orgulho para os fãs da cidade e nada mais importa. Nós não olhamos esse duelo apenas como o reencontro entre Lebron e seu antigo time... É o Cavaliers contra o Miami Heat, e iremos jogar duro como se fosse qualquer outra equipe da NBA. Lebron James ou Dwyane Wade? Lebron é um atleta incrível, mas meu favorito de todos os tempos é e sempre será Dwyane Wade! É um profissional consagrado dentro e fora das quadradas e já fez muito pelo Miami. Amo e respeito demais esse cara. Quais músicas não podem ficar de fora da sua playlist? Ser um músico de Miami significar ser extremamente orgulhoso das contribuições que artistas locais deram à música popular. Eu tenho que representa-los, portanto, não podem ficar de foras gravações dos maiores talentos de Miami, como Pitbull, Flo Rida, Gloria Estefan... Como você vê a relação entre música e esportes? Andam de mãos dadas. Não só entre os atletas, mas entre os fãs também. Basta imaginar você indo para seu evento esportivo favorito e não ouvir nenhuma música para curtir essa experiência. Imagine como isso seria estranho? Os atletas sempre estão com seus fones antes de entrarem numa partida, para se sentirem motivados.  A música faz com que a experiência esportiva fique completa. Quais são suas impressões sobre o Brasil e o Rio de Janeiro? Vim para o Rio de Janeiro como turista muitas vezes. Acho que a primeira vez foi em 2001 ou 2002. É um dos meus lugares favoritos do mundo! O país e as pessoas são absolutamente lindos e eu nunca consigo ficar tempo suficiente para conhecer mais praias e provar mais comidas. Passei três semanas no Rio fazendo eventos para a Copa do Mundo no início deste ano e foram os melhores dias da minha vida. https://www.youtube.com/watch?v=tufP9yy8yn0 Na sua opinião, quais são os times favoritos para o título da NBA deste ano? Existem alguns, mas acho que o favorito da conferência oeste é o Oklahoma City Thunder e, da leste, colocaria o Miami Heat ou o Cleveland Cavaliers. Quais foram as três melhores apresentações da sua vida? Tive muitas experiências memoráveis ao longo de minha carreira, o que torna esse Top 3 meio difícil, mas aí vai: 1) Todas as festas de finais da NBA 2) Participação na final da Copa do Mundo deste ano no estádio do Maracanã 3) Performances no SuperBowl