NOTÍCIAS

Brian Jones e mais 7 músicos quase famosos

por em 08/06/2015
No dia 8 de junho de 1969, os Rolling Stones se reuniram para pedir a saída de Brian Jones da banda. O integrante-problema já havia sido preso e se mostrado instável ao lado do grupo. Menos de um mês depois, Jones morreria de forma misteriosa na piscina da sua residência, na Inglaterra. Veja outros artistas que quase se tornaram famosos com suas bandas: Bradley Nowell Uma das histórias mais trágicas da história do pop, Bradley Nowell morreu de overdose de heroína dias antes da sua banda, o Sublime, lançar sua estreia por uma grande gravadora e grudar nos ouvidos dos fãs com hits como “Santeria” e “Doin’ Time”. Sublime, de 1997, chegou à 13ª posição do Billboard 200 e ficou 107 semanas no ranking. Infelizmente, Nowell não viu o sucesso da sua banda. Pete Best O baterista participou do embrião dos Beatles em Liverpool e chegou a viajar com a banda para Hamburgo, na Alemanha, para o período e que o grupo ganhou experiência nos palcos. Quando a coisa começou a ficar mais séria – a banda entraria para a gravadora EMI – Best não fez jus ao seu sobrenome e não passou da primeira audição. No lugar dele veio Ringo Starr. A partir desse momento, os Beatles começaram a ditar as regras do rock e do pop. Sem Pete Best. André Jung e Charles Gavin Aqui temos um caso duplo e diferente. Os bateristas André Jung e Charles Gavin conheceram o sucesso, mas não nas suas bandas de origem. Logo no começo dos Titãs e do Ira!, as bandas resolveram trocar de bateristas. André chegou a gravar o primeiro disco dos Titãs, creditado como André Jungmann, e Gavin também está no primeiro disco do Ira! – ele ainda teve tempo de passar um mês no RPM antes de assumir a bateria dos Titãs. Lobão Outro que conheceu o sucesso por outros caminhos foi Lobão. O então baterista foi um dos fundadores da Blitz – foi ele, inclusive, que deu o nome ao grupo -, mas, por achar que o som estava indo por caminhos comerciais demais, resolveu sair. Pouco depois a Blitz estourou no país com o hit “Você Não Soube Me Amar” e Lobão estourou com Cena de Cinema, seu primeiro disco, de 1982. Chad Channing Dave Grohl foi baterista do Nirvana até o término da banda, quando Kurt Cobain faleceu, mas antes dele Chad Channing era quem assumia as baquetas. Em Bleach, o primeiro álbum de estúdio do Nirvana, Channing é o baterista. A sua saída da banda ocorreu devido a discordâncias com Cobain, que não aceitava ajuda na composição das músicas. Atualmente Channing é vocalista e baixista da banda Before Cars. Syd Barrett O fundador do Pink Floyd não ficou para brilhar junto à banda nos seus anos de glória. Por causa do consumo excessivo de alucinógenos ou por algum tipo de predisposição a esquizofrenia, em 1968 – bem antes dos clássicos que tornaram o Pink Floyd famosos em todo o mundo, Dark Side Of The Moon (1973), Wish You Were Here (1975) e The Wall (1979) – Syd Barrett saiu da banda que fundou porque não conseguia mais compor ou tocar. Substituído pelo guitarrista David Gilmour, chegou a gravar dois discos solo nos anos 1970, mas depois sumiu. Viveu o resto da vida isolado, em companhia da mãe, dedicando-se à pintura e jardinagem. Barrett morreu em 2006, aos 60 anos, de complicações causadas por diabetes.
  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
De Quem É A Culpa?
Marília Mendonça
2
Na Conta Da Loucura
Bruno & Marrone
3
Bengala E Crochê
Maiara & Maraisa
4
Aquela Pessoa
Henrique & Juliano
5
Ar-Condicionado No 15
Wesley Safadão
Áudio indisponível
RANKING COMPLETO
NOTÍCIAS

Brian Jones e mais 7 músicos quase famosos

por em 08/06/2015
No dia 8 de junho de 1969, os Rolling Stones se reuniram para pedir a saída de Brian Jones da banda. O integrante-problema já havia sido preso e se mostrado instável ao lado do grupo. Menos de um mês depois, Jones morreria de forma misteriosa na piscina da sua residência, na Inglaterra. Veja outros artistas que quase se tornaram famosos com suas bandas: Bradley Nowell Uma das histórias mais trágicas da história do pop, Bradley Nowell morreu de overdose de heroína dias antes da sua banda, o Sublime, lançar sua estreia por uma grande gravadora e grudar nos ouvidos dos fãs com hits como “Santeria” e “Doin’ Time”. Sublime, de 1997, chegou à 13ª posição do Billboard 200 e ficou 107 semanas no ranking. Infelizmente, Nowell não viu o sucesso da sua banda. Pete Best O baterista participou do embrião dos Beatles em Liverpool e chegou a viajar com a banda para Hamburgo, na Alemanha, para o período e que o grupo ganhou experiência nos palcos. Quando a coisa começou a ficar mais séria – a banda entraria para a gravadora EMI – Best não fez jus ao seu sobrenome e não passou da primeira audição. No lugar dele veio Ringo Starr. A partir desse momento, os Beatles começaram a ditar as regras do rock e do pop. Sem Pete Best. André Jung e Charles Gavin Aqui temos um caso duplo e diferente. Os bateristas André Jung e Charles Gavin conheceram o sucesso, mas não nas suas bandas de origem. Logo no começo dos Titãs e do Ira!, as bandas resolveram trocar de bateristas. André chegou a gravar o primeiro disco dos Titãs, creditado como André Jungmann, e Gavin também está no primeiro disco do Ira! – ele ainda teve tempo de passar um mês no RPM antes de assumir a bateria dos Titãs. Lobão Outro que conheceu o sucesso por outros caminhos foi Lobão. O então baterista foi um dos fundadores da Blitz – foi ele, inclusive, que deu o nome ao grupo -, mas, por achar que o som estava indo por caminhos comerciais demais, resolveu sair. Pouco depois a Blitz estourou no país com o hit “Você Não Soube Me Amar” e Lobão estourou com Cena de Cinema, seu primeiro disco, de 1982. Chad Channing Dave Grohl foi baterista do Nirvana até o término da banda, quando Kurt Cobain faleceu, mas antes dele Chad Channing era quem assumia as baquetas. Em Bleach, o primeiro álbum de estúdio do Nirvana, Channing é o baterista. A sua saída da banda ocorreu devido a discordâncias com Cobain, que não aceitava ajuda na composição das músicas. Atualmente Channing é vocalista e baixista da banda Before Cars. Syd Barrett O fundador do Pink Floyd não ficou para brilhar junto à banda nos seus anos de glória. Por causa do consumo excessivo de alucinógenos ou por algum tipo de predisposição a esquizofrenia, em 1968 – bem antes dos clássicos que tornaram o Pink Floyd famosos em todo o mundo, Dark Side Of The Moon (1973), Wish You Were Here (1975) e The Wall (1979) – Syd Barrett saiu da banda que fundou porque não conseguia mais compor ou tocar. Substituído pelo guitarrista David Gilmour, chegou a gravar dois discos solo nos anos 1970, mas depois sumiu. Viveu o resto da vida isolado, em companhia da mãe, dedicando-se à pintura e jardinagem. Barrett morreu em 2006, aos 60 anos, de complicações causadas por diabetes.