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De Bart Simpson a Serguei, ouça covers de Chuck Berry

Músico morreu nesse sábado (18/03) aos 90 anos

por Marcos Lauro em 19/03/2017

O pai do rock and roll, Chuck Berry, morreu na tarde desse sábado (18/03) aos 90 anos.

8 MOMENTOS DE CHUCK BERRY NO CINEMA

Nomes dos mais diversos, do rap ao metal, já homenagearam Chuck Berry em covers e samplers – até o brasileiro Serguei já regravou Berry, com uma versão de “Roll Over Beethoven” chamada “Rolava Betânia”.

DE ROLLING STONES A BRUNO MARS, VEJA A REAÇÃO À MORTE DE CHUCK BERRY

Ouça as versões na lista abaixo:

Bart Simpson e Buster Poindexter – “School Day”
Em 1989, a família amarela lançou o álbum The Simpsons Sing the Blues. Entre músicas compostas para o disco e covers, Bart canta o clássico de Berry. A faixa conta com vocais de Buster Poindexter (pseudônimo de David Johansen, do New York Dolls) e guitarra de Joe Walsh.

João Penca e Seus Miquinhos Amestrados – “Johnny Pirou”
A banda sensação do rock nos anos 1980 fez diversos covers, especialmente de rock dos anos 1950/1960 – o visual ia de caiçaras a rockabilly, dependendo da música. Leo Jaime fez uma versão de “Johnny B. Goode” que cantava “gol do Mengão, foi gol/e Johnny pirou” e eles foram ao programa Milk Shake, da Angélica, em 1989 para apresentar a novidade. Antes, Nei Matogrosso gravou a versão no seu disco de 1982.

Elvis Presley – “Promised Land”
O rei do rock regravou o pai do rock. “Promised Land” foi uma das letras que Chuck Berry escreveu na prisão e lançou em 1964 – Elvis revisitou a música 10 anos depois. E não se engane: a “terra prometida” aqui não é o paraíso, mas sim a California.

Electric Light Orchestra – “Roll Over Beethoven”
Nada mais apropriado do que começar uma música que fala para deixar Beethoven pra lá e se ligar nos novos sons com... uma composição do próprio Beethoven. A Sinfonia nº 5 aparece de forma dramática antes do rock rolar solto.

Rolling Stones – “Carol”
“Carol” foi regravada por Beatles e Rolling Stones e, claro, a comparação é tentadora. A versão dos garotos maus é mais “rock and roll” e ainda tem umas palminhas pra acompanhar o ritmo, além da guitarra endiabrada de Keith emular perfeitamente o seu mestre.

Hugh Laurie – “You Never Can Tell”
O ator/cantou não chegou a regravar Chuck Berry em seus, por enquanto, dois álbuns de estúdio, mas fez questão de incluir essa versão em seus shows. A turnê de Hugh passou por São Paulo em 2014.

Raul Seixas – “Thirty Days”
Diretamente influenciado pela geração de 1950/1960, Raul Seixas fazia pot-pourris com diversas músicas dessa época na sequência. O álbum Raul Rock Seixas é composto basicamente por esses pot-pourris e traz “Thirty Days” colada a Elvis Presley e Little Richard.

Beatles – “Roll Over Beethoven”
Lennon, McCartney e Harrison criaram seu estilo baseados em alguns artistas do blues e do rock norte-americano e Chuck Berry era um deles – o principal, pode-se dizer. “Roll Over Beethoven” era a música preferida dos três desde antes de se chamarem Beatles e está presente no segundo álbum do grupo, With The Beatles.

Mos Def – “Maybellene”
O elenco do filme Cadillac Records caprichou não só na atuação como na interpretação das músicas dos seus personagens. A trilha sonora traz uma belíssima versão de Beyoncé para “At Least”, de Etta James, e o rapper Mos Def, que interpreta Berry, cantando o primeiro single do pai do rock, “Maybellene”.

Motorhëad – “Let It Rock”
Quando um ícone homenageia outro, a gente tem que prestar atenção. Lemmy transformou o clássico de Berry com seu vocal gutural e seu baixo extremamente distorcido em uma porrada de menos de três minutos.

Rauli “Badding” Somerjoki – “Fiilaten Ja Höyläten”
Um dos pioneiros do rock and roll na Finlândia, Rauli não poderia deixar de regravar o pai do ritmo. Essa música de nome impronunciável é uma versão para “Reelin' and Rockin'”.

Rita Lee – “Sem Endereço”
No álbum de 1988, Zona Zen, Rita Lee gravou uma versão de Rossini Pinto para “Memphis, Tennessee”.

Los Apson – “Pórtate Bien”
Muito antes de alguém pensar em construir um muro entre os Estados Unidos e o México, a música já fluía pela fronteira. Em 1964, os mexicanos dos Los Apson gravaram essa versão instrumental de “Johnny B. Goode” para animar os bailinhos dos hermanos.

Serguei – “Rolava Bethânia”
O roqueiro toma um drink estranho em uma festa esquisita nessa versão para “Roll Over Beethoven”.

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Mordida, Beijo E Tapa
Naiara Azevedo
2
Amante Não Tem Lar
Marília Mendonça
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Sorte Que Cê Beija Bem
Maiara & Maraísa
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Marcos & Belutti
5
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Músico morreu nesse sábado (18/03) aos 90 anos

por Marcos Lauro em 19/03/2017

O pai do rock and roll, Chuck Berry, morreu na tarde desse sábado (18/03) aos 90 anos.

8 MOMENTOS DE CHUCK BERRY NO CINEMA

Nomes dos mais diversos, do rap ao metal, já homenagearam Chuck Berry em covers e samplers – até o brasileiro Serguei já regravou Berry, com uma versão de “Roll Over Beethoven” chamada “Rolava Betânia”.

DE ROLLING STONES A BRUNO MARS, VEJA A REAÇÃO À MORTE DE CHUCK BERRY

Ouça as versões na lista abaixo:

Bart Simpson e Buster Poindexter – “School Day”
Em 1989, a família amarela lançou o álbum The Simpsons Sing the Blues. Entre músicas compostas para o disco e covers, Bart canta o clássico de Berry. A faixa conta com vocais de Buster Poindexter (pseudônimo de David Johansen, do New York Dolls) e guitarra de Joe Walsh.

João Penca e Seus Miquinhos Amestrados – “Johnny Pirou”
A banda sensação do rock nos anos 1980 fez diversos covers, especialmente de rock dos anos 1950/1960 – o visual ia de caiçaras a rockabilly, dependendo da música. Leo Jaime fez uma versão de “Johnny B. Goode” que cantava “gol do Mengão, foi gol/e Johnny pirou” e eles foram ao programa Milk Shake, da Angélica, em 1989 para apresentar a novidade. Antes, Nei Matogrosso gravou a versão no seu disco de 1982.

Elvis Presley – “Promised Land”
O rei do rock regravou o pai do rock. “Promised Land” foi uma das letras que Chuck Berry escreveu na prisão e lançou em 1964 – Elvis revisitou a música 10 anos depois. E não se engane: a “terra prometida” aqui não é o paraíso, mas sim a California.

Electric Light Orchestra – “Roll Over Beethoven”
Nada mais apropriado do que começar uma música que fala para deixar Beethoven pra lá e se ligar nos novos sons com... uma composição do próprio Beethoven. A Sinfonia nº 5 aparece de forma dramática antes do rock rolar solto.

Rolling Stones – “Carol”
“Carol” foi regravada por Beatles e Rolling Stones e, claro, a comparação é tentadora. A versão dos garotos maus é mais “rock and roll” e ainda tem umas palminhas pra acompanhar o ritmo, além da guitarra endiabrada de Keith emular perfeitamente o seu mestre.

Hugh Laurie – “You Never Can Tell”
O ator/cantou não chegou a regravar Chuck Berry em seus, por enquanto, dois álbuns de estúdio, mas fez questão de incluir essa versão em seus shows. A turnê de Hugh passou por São Paulo em 2014.

Raul Seixas – “Thirty Days”
Diretamente influenciado pela geração de 1950/1960, Raul Seixas fazia pot-pourris com diversas músicas dessa época na sequência. O álbum Raul Rock Seixas é composto basicamente por esses pot-pourris e traz “Thirty Days” colada a Elvis Presley e Little Richard.

Beatles – “Roll Over Beethoven”
Lennon, McCartney e Harrison criaram seu estilo baseados em alguns artistas do blues e do rock norte-americano e Chuck Berry era um deles – o principal, pode-se dizer. “Roll Over Beethoven” era a música preferida dos três desde antes de se chamarem Beatles e está presente no segundo álbum do grupo, With The Beatles.

Mos Def – “Maybellene”
O elenco do filme Cadillac Records caprichou não só na atuação como na interpretação das músicas dos seus personagens. A trilha sonora traz uma belíssima versão de Beyoncé para “At Least”, de Etta James, e o rapper Mos Def, que interpreta Berry, cantando o primeiro single do pai do rock, “Maybellene”.

Motorhëad – “Let It Rock”
Quando um ícone homenageia outro, a gente tem que prestar atenção. Lemmy transformou o clássico de Berry com seu vocal gutural e seu baixo extremamente distorcido em uma porrada de menos de três minutos.

Rauli “Badding” Somerjoki – “Fiilaten Ja Höyläten”
Um dos pioneiros do rock and roll na Finlândia, Rauli não poderia deixar de regravar o pai do ritmo. Essa música de nome impronunciável é uma versão para “Reelin' and Rockin'”.

Rita Lee – “Sem Endereço”
No álbum de 1988, Zona Zen, Rita Lee gravou uma versão de Rossini Pinto para “Memphis, Tennessee”.

Los Apson – “Pórtate Bien”
Muito antes de alguém pensar em construir um muro entre os Estados Unidos e o México, a música já fluía pela fronteira. Em 1964, os mexicanos dos Los Apson gravaram essa versão instrumental de “Johnny B. Goode” para animar os bailinhos dos hermanos.

Serguei – “Rolava Bethânia”
O roqueiro toma um drink estranho em uma festa esquisita nessa versão para “Roll Over Beethoven”.