NOTÍCIAS

Digital - #COMSOMÉMELHOR

por em 09/04/2013
Twitter investe na música para atrair receita, e tenta salvar aplicativo que havia lançado sem sucesso,  por Alex pham Depois de um período turbulento como aplicativo avulso, o Twitter #Music será agrupado à plataforma principal do Twitter. A ideia é integrar o aplicativo a seu feed principal como uma das muitas verticais de tópicos que a empresa do Vale do Silício pretende construir para vender mais anúncios. Outros verticais incluem notícias, TV e filmes. Desenvolver essas verticais é visto como chave para o crescimento do Twitter, principalmente agora que a empresa se prepara para operar com os US$ 1,8 bilhão captados com o IPO do dia 7 de novembro. “O aplicativo nunca tinha sido plenamente integrado ao produto principal”, diz o vice-presidente de estratégia digital da Epitaph Records, Jason Feinberg. O Twitter #Music foi lançado com estardalhaço em 18 de abril, impulsionando o aplicativo para o topo da parada de downloads do iTunes. Mas ele desapareceu rapidamente em poucas semanas, e o burburinho cessou. Em 22 de outubro, passou a ocupar a 165ª posição na categoria de aplicativos gratuitos de música. Outro problema foi a falta de pedigree das recomendações do Twitter #Music. Ele apresentava dois tipos de recomendação: uma baseada no que estava nos Trending Topics, e outra no soft ware criado pela startup australiana We Are Hunted, que vasculhava a web para procurar as novas bandas que estavam estourando. “Você tinha uma lista de coisas óbvias com as quais as massas estavam engajadas, e outra lista de coisas indie legais, faixas de formadores de opinião, mas nada que fosse meio termo”, diz Feinberg. “Senti que estava perdendo 60% ou 70% das outras coisas nas quais as pessoas estão interessadas.” “O desafio de fazer um aplicativo de música crescer tem a ver com a velocidade com que os ouvintes podem ouvir a música e com que facilidade podem compartilhá-la”, diz Jonathan Sasse, consultor de música digital. “A primeira parte, consumir música, fica confusa quando as pessoas têm que enfrentar muitos obstáculos para chegar a ela, como fazer login ou mudar de aplicativo.”
  • HOT 100
    BRASIL
  • BILLBOARD
    200
  • HOT 100
    EUA
1
Ar-Condicionado No 15
Wesley Safadão
Áudio indisponível
2
Regime Fechado
Simone & Simaria
3
Avisa Que Eu Cheguei (Part. Ivete Sangalo)
Naiara Azevedo
4
Na Conta Da Loucura
Bruno & Marrone
5
Amigo Taxista
Zé Neto & Cristiano
RANKING COMPLETO
NOTÍCIAS

Digital - #COMSOMÉMELHOR

por em 09/04/2013
Twitter investe na música para atrair receita, e tenta salvar aplicativo que havia lançado sem sucesso,  por Alex pham Depois de um período turbulento como aplicativo avulso, o Twitter #Music será agrupado à plataforma principal do Twitter. A ideia é integrar o aplicativo a seu feed principal como uma das muitas verticais de tópicos que a empresa do Vale do Silício pretende construir para vender mais anúncios. Outros verticais incluem notícias, TV e filmes. Desenvolver essas verticais é visto como chave para o crescimento do Twitter, principalmente agora que a empresa se prepara para operar com os US$ 1,8 bilhão captados com o IPO do dia 7 de novembro. “O aplicativo nunca tinha sido plenamente integrado ao produto principal”, diz o vice-presidente de estratégia digital da Epitaph Records, Jason Feinberg. O Twitter #Music foi lançado com estardalhaço em 18 de abril, impulsionando o aplicativo para o topo da parada de downloads do iTunes. Mas ele desapareceu rapidamente em poucas semanas, e o burburinho cessou. Em 22 de outubro, passou a ocupar a 165ª posição na categoria de aplicativos gratuitos de música. Outro problema foi a falta de pedigree das recomendações do Twitter #Music. Ele apresentava dois tipos de recomendação: uma baseada no que estava nos Trending Topics, e outra no soft ware criado pela startup australiana We Are Hunted, que vasculhava a web para procurar as novas bandas que estavam estourando. “Você tinha uma lista de coisas óbvias com as quais as massas estavam engajadas, e outra lista de coisas indie legais, faixas de formadores de opinião, mas nada que fosse meio termo”, diz Feinberg. “Senti que estava perdendo 60% ou 70% das outras coisas nas quais as pessoas estão interessadas.” “O desafio de fazer um aplicativo de música crescer tem a ver com a velocidade com que os ouvintes podem ouvir a música e com que facilidade podem compartilhá-la”, diz Jonathan Sasse, consultor de música digital. “A primeira parte, consumir música, fica confusa quando as pessoas têm que enfrentar muitos obstáculos para chegar a ela, como fazer login ou mudar de aplicativo.”