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Ellie Goulding agita o palco principal com seus hits universais

por em 07/04/2014
Com uniforme brasileiro personalizado, Ellie Goulding entrou correndo e  prometendo muito pique no palco Skol. Já na primeira faixa, “Figure 8”, a britânica animou os fãs presentes, que em momento algum colocaram as mãos para baixo, aplaudindo cada movimento da loira. Conhecida por esbanjar simpatia por onde passa, a Inglesa interagiu pouco e poderia ter mostrado mais essa característica.  O público pareceu não ter se importando, já que cantava em coro praticamente todas as canções. O alcance vocal da estrela não decepciona ao vivo. Ellie arriscou e sustentou notas com afinação, mesmo estando gripada e não parando de pular um segundo. Vaiada pelos fiéis do Red Hot Chilli Peppers na Argentina ( eles tocaram na edição dos Hermanos), aqui a cantora foi bem recebida ao sacudir o cabelo para lá e para cá, enquanto tocava percussão na maioria dos números. Apesar da energia da britânica, o show seguiu estável e pedindo algo mais até a parte final. Quando “Bad Girls” (M.I.A.) foi executada em um medley com “Salt Skin”, o público percebeu que a melhor parte estava por vir: “Anything Could Happen” – faixa preferida da artista, segundo a própria – introduziu a sequência de hits de Ellie.  O sucesso “I Need Your Love”, parceria com o DJ e ex-namorado Calvin Harris, e “Lights”, canção responsável por leva-la ao estrelato mundial concluíram o ápice. Entre uma saída do palco sem explicação, coreografias cheias de gingado que tiravam gritos dos presentes, e as típicas demonstrações clichês de que o Brasil é seu público favorito, a artista arrancou a camisa da seleção brasileira, e, só de top, disse que estava com calor e embalou o seu último sucesso “Burn”. Com uma banda competente e três backing vocals  de pegada soul, Ellie realizou uma boa performance, mostrando o motivo de ser uma das maiores popstars da atualidade no Reino Unido.
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Ellie Goulding agita o palco principal com seus hits universais

por em 07/04/2014
Com uniforme brasileiro personalizado, Ellie Goulding entrou correndo e  prometendo muito pique no palco Skol. Já na primeira faixa, “Figure 8”, a britânica animou os fãs presentes, que em momento algum colocaram as mãos para baixo, aplaudindo cada movimento da loira. Conhecida por esbanjar simpatia por onde passa, a Inglesa interagiu pouco e poderia ter mostrado mais essa característica.  O público pareceu não ter se importando, já que cantava em coro praticamente todas as canções. O alcance vocal da estrela não decepciona ao vivo. Ellie arriscou e sustentou notas com afinação, mesmo estando gripada e não parando de pular um segundo. Vaiada pelos fiéis do Red Hot Chilli Peppers na Argentina ( eles tocaram na edição dos Hermanos), aqui a cantora foi bem recebida ao sacudir o cabelo para lá e para cá, enquanto tocava percussão na maioria dos números. Apesar da energia da britânica, o show seguiu estável e pedindo algo mais até a parte final. Quando “Bad Girls” (M.I.A.) foi executada em um medley com “Salt Skin”, o público percebeu que a melhor parte estava por vir: “Anything Could Happen” – faixa preferida da artista, segundo a própria – introduziu a sequência de hits de Ellie.  O sucesso “I Need Your Love”, parceria com o DJ e ex-namorado Calvin Harris, e “Lights”, canção responsável por leva-la ao estrelato mundial concluíram o ápice. Entre uma saída do palco sem explicação, coreografias cheias de gingado que tiravam gritos dos presentes, e as típicas demonstrações clichês de que o Brasil é seu público favorito, a artista arrancou a camisa da seleção brasileira, e, só de top, disse que estava com calor e embalou o seu último sucesso “Burn”. Com uma banda competente e três backing vocals  de pegada soul, Ellie realizou uma boa performance, mostrando o motivo de ser uma das maiores popstars da atualidade no Reino Unido.