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Gabily: “Não é porque uma mulher está usando short curto que ela é vulgar”

Cantora, que começou no gospel, promete dar um gás nas discussões sobre empoderamento feminino na música pop

por Rebecca Silva em 12/04/2017

Pode até ser que você ainda se confunda na pronúncia, mas em breve você vai ouvir falar muito no nome dela. Gabily é uma das apostas da Universal Music para a explosão do pop brasileiro.

A cantora, que começou ainda criança a sua carreira na música gospel, viu no pop a sua chance de brilhar.

GABILY LANÇA “VOCÊ GOSTA ASSIM” COM LUDMILLA 

A Billboard Brasil recebeu Gabily na redação para um bate papo sobre os primeiros passos da carreira e empoderamento feminino.

Como surgiu esse nome artístico?

Meu nome é Gabriela, mas ninguém acerta. Sempre me chamaram de Gabriele a vida inteira, na escola, em tudo quanto é lugar. Ou então de Gaby, com “y” no final. Eu não queria escolher um nome que fosse totalmente diferente do meu, então resolvi colocar um apelido. Como Gaby era muito comum, quis construir um maior que tivesse meu nome de referência. A pronúncia certa é com a sílaba tônica em “bi” e não em “ly”. Surgiu antes de assinar com gravadora, empresário, foi quando decidi cantar para o mundo.

Antes, você cantava música gospel, certo?

Isso. Antes era Gabriela Batista, tenho dois CDs, o primeiro gravado aos 10 anos e o segundo aos 14. Comecei dentro da igreja e foram surgindo vários eventos, festas de casamento, formatura, até para a Prefeitura. Na maioria das vezes, as pessoas pediam músicas que não eram religiosas e eu passei a conhecer um repertório secular. Foi quando eu criei um amor pela música em si e decidi cantar para mostrar o que eu sabia fazer do lado de fora de onde eu vivia. Quando a gente trabalha em um mercado fechado, como o gospel, a gente não sabe como o mercado de música é gigante. Foi quando eu ampliei minha mente, meu conhecimento e vi que era além do que eu imaginava. Inventei o nome, comecei a fazer uns shows como MC e em seguida encontrei o Umberto Tavares, meu produtor. Ele me apresentou para a minha gravadora, que no momento não tinha nenhuma artista pop e eu acabei sendo a aposta deles por causa disso.

SÉRIE PRODUTORES: CONHEÇA O TRABALHO DE UMBERTO TAVARES 

Você quebrou uma barreira ao deixar de cantar gospel para cantar pop com uma pegada funk, um gênero que sofre preconceito e é tido como vulgar muitas vezes. Como foi a reação das pessoas?

Uma coisa é eu deixar o gospel para cantar música romântica, como meu primeiro single, “Deixa Rolar”. Até aí não tiveram tantas críticas. Depois que eu mostrei meu lado artístico dançante, usando short curto, tiveram muitas e tem até hoje. As pessoas têm essa mania de que eu tenho que me converter, voltar atrás. Mas não é isso. Eu aprendi que Deus está dentro de cada pessoa, a fé é de cada um. Deus não é uma religião. Deus é Deus. As pessoas criticam, tem preconceito, mas não é porque uma mulher está usando short curto que ela é vulgar, ela pode usar o que ela quiser. O homem sai sem camiseta e ele não é vulgar, por que a mulher é considerada assim por causa da roupa? A gente acaba sendo injustiçada por isso. Eu usar shorts curto no show é ser porta-voz de que eu posso usar aquilo, ser uma menina decente, que veio da igreja, que tem princípios.

Você continua frequentando a igreja?

Continuo. Sempre que eu posso, eu vou, aos domingos principalmente. No domingo passado, inclusive, eu estava no Rio, não tinha show e eu fui com a minha mãe. Ela é missionária, minha família é evangélica. Eu tenho total apoio de todo mundo, então quando vem uma crítica de fora, eu não aceito.

GABILY, COM PARTICIPAÇÃO DE MIKA, LANÇA CLIPE DE “DEIXA ROLAR” 

O que você ouviu que te motivou e inspirou a cantar pop?

Na verdade, quando eu saí do gospel, meu objetivo não era cantar funk. Decidi fazer essa transição quando eu comecei a sair para as baladas, antes eu não tinha idade para frequentar os lugares. Eu fiz uma participação com um grupo de pagode chamado Tá Na Mente e eu amava pagode, gosto de músicas românticas. O mercado do pagode já está impossível para homem, imagina para uma mulher? Sempre gostei de funk, mas pensei no mercado, em uma forma de mostrar o meu trabalho mais rápido. O pop hoje representa vários segmentos, não é só funk, podemos dar uma passeada nos cenários. Meu disco, por exemplo, está bem eclético. De funk só tem uma música. O resto é reggaeton, hip hop, R&B, tem todos os estilos musicais possíveis. Não quero rotular, eu gosto de música.

Você lançou duas parcerias como single, “Deixa Rolar” com o Mika e “Você Gosta Assim”, com a Ludmilla. Como foram feitas as escolhas?

Minha música “Deixa Rolar” tem uma versão solo, mas a gente viu que tinha a necessidade de ter a participação de alguém por ser uma música de amor. Meus produtores musicais apresentaram o Mika. Ele topou gravar, a gente não se conhecia e hoje somos super amigos. Foi o single que me apresentou para o mercado de uma forma muito positiva, eu fiquei com medo de ser rejeitada porque todo mundo que surge passa por um processo de rejeição porque acham que é para imitar Anitta, Ludmilla. Isso não aconteceu comigo, então já me senti sortuda por isso, mostrei meu trabalho sem ser tão criticada e sem remeter a outras pessoas. Acompanhei o início da Lexa e foi massacrante. Uns ou outros comentam no meu clipe, mas com ela foi bullying total. Com a Ludmilla, eu já tinha amizade. Ela veio do mesmo lugar que eu, Caxias, na Baixada Fluminense. O Umberto fez a música fora do meu disco, que já estava pronto, mas que a gente sentiu que precisava de alguma coisa. Foi quando fizemos “Você Gosta Assim”, aproveitando esse momento de empoderamento feminino.

Podemos esperar mais alguma participação?

Eu aproveitei também esse momento que as pessoas estão gravando várias colaborações para fazer o máximo que eu puder, meu CD tem muitas. Tem Lucas e Orelha, tem gringo, tem MC Maneirinho. Agora estou correndo atrás para gravar com uma dupla sertaneja forte, não tem nada confirmado ainda, então não posso revelar. Mas eles falam muito a linguagem dos jovens. Não cantam sofrência, mas puxam para o reggae e o eletrônico. A partir disso, firmamos amizade porque convivemos com a pessoa. Com a Ludmilla, por exemplo, ela me levou para o programa da Fátima Bernardes, porque como sou uma artista que ainda está crescendo, eu não tenho espaço na Globo, eles só levam artista estourado. Nessas parcerias, vamos nos ajudando, isso está abrindo muitas portas para mim.

Qual seria a parceria dos sonhos?

Tem tanta gente que eu admiro, mas o Luan Santana. Roberto Carlos, viajando muito. São ícones da música brasileira, qualquer pessoa gostaria de cantar.

Gabily2

É comum ler sobre possíveis brigas entre as cantoras. Isso não aconteceu com você?

Não tem rivalidade. Uma ajuda a outra. Se ela precisar me puxar e me colocar na frente dela, para aparecer, ela vai fazer. Não existe esse pensamento de que uma vai derrubar a outra. O cenário pop é carente de artistas porque hoje só temos dois nomes consagrados, Anitta e Ludmilla, e vários começando. Nos Estados Unidos vemos várias cantoras, Beyoncé, Rihanna, Taylor Swift, Ariana Grande, Selena Gomez, várias opções, com versatilidade de estilos. Aqui no Brasil, não.

O disco terá mais músicas nessa temática de empoderamento feminino?

Na verdade, todo meu discurso é assim. Desde quando eu decidi dar o passo de sair da igreja, dar um tempo e aparecer como cantora mundana, como eles falam, eu sabia que ia sofrer esse preconceito, não só pela religião, mas me julgarem por ser uma mulher vulgar por cantar funk. Eu já me preparei para isso, minhas letras falam do poder da mulher. A música é porta-voz importante, então fiz várias faixas para a galera entender que a mulher é igual ao homem, que pode ter as mesmas atitudes e não deve ser sacrificada por isso. Nos meus shows, eu canto muito funk, MC TH, que as pessoas criticam porque é pesado, acham ruim mulher cantar, mas eu canto, sabe? E espero as pessoas falarem. Se falarem, eu já tenho resposta.

E a produção ficou por conta do Umberto Tavares?

Sim. Tem muitas composições dele também. O Umberto é um querido, como se fosse um pai para mim. Ele que me abraçou antes de todo mundo, fez meu CD de graça, sem cobrar um real. Quando apareceu a gravadora, surgiu toda a burocracia, né? Mas ele conheceu minha história, curtiu. Foi uma aposta. Sou muito grata. Fico louca para lançar as músicas logo, mas não pode, né? Tem toda a estratégia [risos].

Já tem data de lançamento?

Não tem a data certinha, mas no meio do ano. Ia sair em janeiro, mas como tivemos essa ideia da música com a Ludmilla, demos uma segurada e lançamos o EP nas plataformas digitais. Agora estou começando a fazer TV, gravar alguns programas para divulgar o trabalho, construir tijolo por tijolo.

O papo ainda continuou via Periscope, com perguntas de fãs. Veja aqui:

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  • HOT 100
    EUA
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Ar-Condicionado No 15
Wesley Safadão
Áudio indisponível
2
Regime Fechado
Simone & Simaria
3
Avisa Que Eu Cheguei (Part. Ivete Sangalo)
Naiara Azevedo
4
Na Conta Da Loucura
Bruno & Marrone
5
Amigo Taxista
Zé Neto & Cristiano
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Gabily: “Não é porque uma mulher está usando short curto que ela é vulgar”

Cantora, que começou no gospel, promete dar um gás nas discussões sobre empoderamento feminino na música pop

por Rebecca Silva em 12/04/2017

Pode até ser que você ainda se confunda na pronúncia, mas em breve você vai ouvir falar muito no nome dela. Gabily é uma das apostas da Universal Music para a explosão do pop brasileiro.

A cantora, que começou ainda criança a sua carreira na música gospel, viu no pop a sua chance de brilhar.

GABILY LANÇA “VOCÊ GOSTA ASSIM” COM LUDMILLA 

A Billboard Brasil recebeu Gabily na redação para um bate papo sobre os primeiros passos da carreira e empoderamento feminino.

Como surgiu esse nome artístico?

Meu nome é Gabriela, mas ninguém acerta. Sempre me chamaram de Gabriele a vida inteira, na escola, em tudo quanto é lugar. Ou então de Gaby, com “y” no final. Eu não queria escolher um nome que fosse totalmente diferente do meu, então resolvi colocar um apelido. Como Gaby era muito comum, quis construir um maior que tivesse meu nome de referência. A pronúncia certa é com a sílaba tônica em “bi” e não em “ly”. Surgiu antes de assinar com gravadora, empresário, foi quando decidi cantar para o mundo.

Antes, você cantava música gospel, certo?

Isso. Antes era Gabriela Batista, tenho dois CDs, o primeiro gravado aos 10 anos e o segundo aos 14. Comecei dentro da igreja e foram surgindo vários eventos, festas de casamento, formatura, até para a Prefeitura. Na maioria das vezes, as pessoas pediam músicas que não eram religiosas e eu passei a conhecer um repertório secular. Foi quando eu criei um amor pela música em si e decidi cantar para mostrar o que eu sabia fazer do lado de fora de onde eu vivia. Quando a gente trabalha em um mercado fechado, como o gospel, a gente não sabe como o mercado de música é gigante. Foi quando eu ampliei minha mente, meu conhecimento e vi que era além do que eu imaginava. Inventei o nome, comecei a fazer uns shows como MC e em seguida encontrei o Umberto Tavares, meu produtor. Ele me apresentou para a minha gravadora, que no momento não tinha nenhuma artista pop e eu acabei sendo a aposta deles por causa disso.

SÉRIE PRODUTORES: CONHEÇA O TRABALHO DE UMBERTO TAVARES 

Você quebrou uma barreira ao deixar de cantar gospel para cantar pop com uma pegada funk, um gênero que sofre preconceito e é tido como vulgar muitas vezes. Como foi a reação das pessoas?

Uma coisa é eu deixar o gospel para cantar música romântica, como meu primeiro single, “Deixa Rolar”. Até aí não tiveram tantas críticas. Depois que eu mostrei meu lado artístico dançante, usando short curto, tiveram muitas e tem até hoje. As pessoas têm essa mania de que eu tenho que me converter, voltar atrás. Mas não é isso. Eu aprendi que Deus está dentro de cada pessoa, a fé é de cada um. Deus não é uma religião. Deus é Deus. As pessoas criticam, tem preconceito, mas não é porque uma mulher está usando short curto que ela é vulgar, ela pode usar o que ela quiser. O homem sai sem camiseta e ele não é vulgar, por que a mulher é considerada assim por causa da roupa? A gente acaba sendo injustiçada por isso. Eu usar shorts curto no show é ser porta-voz de que eu posso usar aquilo, ser uma menina decente, que veio da igreja, que tem princípios.

Você continua frequentando a igreja?

Continuo. Sempre que eu posso, eu vou, aos domingos principalmente. No domingo passado, inclusive, eu estava no Rio, não tinha show e eu fui com a minha mãe. Ela é missionária, minha família é evangélica. Eu tenho total apoio de todo mundo, então quando vem uma crítica de fora, eu não aceito.

GABILY, COM PARTICIPAÇÃO DE MIKA, LANÇA CLIPE DE “DEIXA ROLAR” 

O que você ouviu que te motivou e inspirou a cantar pop?

Na verdade, quando eu saí do gospel, meu objetivo não era cantar funk. Decidi fazer essa transição quando eu comecei a sair para as baladas, antes eu não tinha idade para frequentar os lugares. Eu fiz uma participação com um grupo de pagode chamado Tá Na Mente e eu amava pagode, gosto de músicas românticas. O mercado do pagode já está impossível para homem, imagina para uma mulher? Sempre gostei de funk, mas pensei no mercado, em uma forma de mostrar o meu trabalho mais rápido. O pop hoje representa vários segmentos, não é só funk, podemos dar uma passeada nos cenários. Meu disco, por exemplo, está bem eclético. De funk só tem uma música. O resto é reggaeton, hip hop, R&B, tem todos os estilos musicais possíveis. Não quero rotular, eu gosto de música.

Você lançou duas parcerias como single, “Deixa Rolar” com o Mika e “Você Gosta Assim”, com a Ludmilla. Como foram feitas as escolhas?

Minha música “Deixa Rolar” tem uma versão solo, mas a gente viu que tinha a necessidade de ter a participação de alguém por ser uma música de amor. Meus produtores musicais apresentaram o Mika. Ele topou gravar, a gente não se conhecia e hoje somos super amigos. Foi o single que me apresentou para o mercado de uma forma muito positiva, eu fiquei com medo de ser rejeitada porque todo mundo que surge passa por um processo de rejeição porque acham que é para imitar Anitta, Ludmilla. Isso não aconteceu comigo, então já me senti sortuda por isso, mostrei meu trabalho sem ser tão criticada e sem remeter a outras pessoas. Acompanhei o início da Lexa e foi massacrante. Uns ou outros comentam no meu clipe, mas com ela foi bullying total. Com a Ludmilla, eu já tinha amizade. Ela veio do mesmo lugar que eu, Caxias, na Baixada Fluminense. O Umberto fez a música fora do meu disco, que já estava pronto, mas que a gente sentiu que precisava de alguma coisa. Foi quando fizemos “Você Gosta Assim”, aproveitando esse momento de empoderamento feminino.

Podemos esperar mais alguma participação?

Eu aproveitei também esse momento que as pessoas estão gravando várias colaborações para fazer o máximo que eu puder, meu CD tem muitas. Tem Lucas e Orelha, tem gringo, tem MC Maneirinho. Agora estou correndo atrás para gravar com uma dupla sertaneja forte, não tem nada confirmado ainda, então não posso revelar. Mas eles falam muito a linguagem dos jovens. Não cantam sofrência, mas puxam para o reggae e o eletrônico. A partir disso, firmamos amizade porque convivemos com a pessoa. Com a Ludmilla, por exemplo, ela me levou para o programa da Fátima Bernardes, porque como sou uma artista que ainda está crescendo, eu não tenho espaço na Globo, eles só levam artista estourado. Nessas parcerias, vamos nos ajudando, isso está abrindo muitas portas para mim.

Qual seria a parceria dos sonhos?

Tem tanta gente que eu admiro, mas o Luan Santana. Roberto Carlos, viajando muito. São ícones da música brasileira, qualquer pessoa gostaria de cantar.

Gabily2

É comum ler sobre possíveis brigas entre as cantoras. Isso não aconteceu com você?

Não tem rivalidade. Uma ajuda a outra. Se ela precisar me puxar e me colocar na frente dela, para aparecer, ela vai fazer. Não existe esse pensamento de que uma vai derrubar a outra. O cenário pop é carente de artistas porque hoje só temos dois nomes consagrados, Anitta e Ludmilla, e vários começando. Nos Estados Unidos vemos várias cantoras, Beyoncé, Rihanna, Taylor Swift, Ariana Grande, Selena Gomez, várias opções, com versatilidade de estilos. Aqui no Brasil, não.

O disco terá mais músicas nessa temática de empoderamento feminino?

Na verdade, todo meu discurso é assim. Desde quando eu decidi dar o passo de sair da igreja, dar um tempo e aparecer como cantora mundana, como eles falam, eu sabia que ia sofrer esse preconceito, não só pela religião, mas me julgarem por ser uma mulher vulgar por cantar funk. Eu já me preparei para isso, minhas letras falam do poder da mulher. A música é porta-voz importante, então fiz várias faixas para a galera entender que a mulher é igual ao homem, que pode ter as mesmas atitudes e não deve ser sacrificada por isso. Nos meus shows, eu canto muito funk, MC TH, que as pessoas criticam porque é pesado, acham ruim mulher cantar, mas eu canto, sabe? E espero as pessoas falarem. Se falarem, eu já tenho resposta.

E a produção ficou por conta do Umberto Tavares?

Sim. Tem muitas composições dele também. O Umberto é um querido, como se fosse um pai para mim. Ele que me abraçou antes de todo mundo, fez meu CD de graça, sem cobrar um real. Quando apareceu a gravadora, surgiu toda a burocracia, né? Mas ele conheceu minha história, curtiu. Foi uma aposta. Sou muito grata. Fico louca para lançar as músicas logo, mas não pode, né? Tem toda a estratégia [risos].

Já tem data de lançamento?

Não tem a data certinha, mas no meio do ano. Ia sair em janeiro, mas como tivemos essa ideia da música com a Ludmilla, demos uma segurada e lançamos o EP nas plataformas digitais. Agora estou começando a fazer TV, gravar alguns programas para divulgar o trabalho, construir tijolo por tijolo.

O papo ainda continuou via Periscope, com perguntas de fãs. Veja aqui: