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Invasor bem-vindo - Jake Bugg

por em 09/04/2013
Aos 19 anos, o cantor/compositor inglês Jake Bugg se une a Rick Rubin para fazer a América por Emily Zemler “Aconteceu por acidente”, diz Jake Bugg, referindo-se ao trabalho com Rick Rubin em seu segundo álbum, Shangri La, lançado em novembro nos EUA pela Island Records. O jovem inglês de 19 anos assinou com o produtor americano para trabalhar em apenas duas faixas. Mas acabou registrando 12 – a primeira delas perto de sua aparição no Coachella, em abril, e depois, diversas outras em agosto. Jake até mesmo intitulou seu álbum em homenagem ao estúdio de Rubin em Malibu. “Rick foi muito bom em assegurar que as ideias que eu tinha virassem músicas”, diz ele, antes de classificar o ano como “muito louco”. A atitude “vai lá e faz” de Bugg funcionou para ele ao longo de sua ainda curta carreira, propelida em 2011 no palco dos novos artistas do festival de Glastonbury, no Reino Unido, e o levou a um rápido contrato com a Mercury Records e a um álbum com seu nome, que chegou ao topo das paradas inglesas em outubro de 2012, com uma mistura nostálgica de punk e folk. Nos EUA, porém, o álbum vendeu apenas 47 mil cópias, de acordo com o Nielsen SoundScan, entrando na 75ª posição do Billboard 200. Mas o presidente/COO do Island Def Jam Music Group, Steve Bartels, diz que o perfi l de Bugg já subiu significativamente desde então, classifi cando sua apresentação no Lollapalooza em Chicago, em agosto, como um “forte indicador”. “O que Jake fez incrivelmente bem nos EUA foi reunir um grande grupo de fãs rapidamente”, diz Bartels. “Nós percebemos logo que a demanda por ele está muito alta.” Para o cantor, Shangri La é uma oportunidade para revelar uma peça musical completa. “As coisas se encaixaram. Dá mais a sensação de ser um álbum. O primeiro trabalho era só uma lista de músicas que eu tinha reunido ao longo dos  anos.” O novo álbum vai de punk-pop coeso a baladas acústicas, todas conduzidas pelas letras estilo “classe trabalhadora” e pelo vocal anasalado de Bugg, que lembra um Dylan com sotaque britânico. Ele vai embarcar em uma turnê americana em janeiro, e toca no South by Southwest em março. O presidente da Island Records, David Massey, diz que Bugg irá lançar um segundo single nos EUA antes do fi m do ano. “Nós já estabelecemos uma identidade signifi cativa. Vemos uma longa carreira por aqui.” Bugg, porém, está feliz por deixar a música falar por si. “O que quer que eu pense sobre essas músicas é meio irrelevante”, diz ele. “As pessoas vão decidir por elas mesmas.”
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Aos 19 anos, o cantor/compositor inglês Jake Bugg se une a Rick Rubin para fazer a América por Emily Zemler “Aconteceu por acidente”, diz Jake Bugg, referindo-se ao trabalho com Rick Rubin em seu segundo álbum, Shangri La, lançado em novembro nos EUA pela Island Records. O jovem inglês de 19 anos assinou com o produtor americano para trabalhar em apenas duas faixas. Mas acabou registrando 12 – a primeira delas perto de sua aparição no Coachella, em abril, e depois, diversas outras em agosto. Jake até mesmo intitulou seu álbum em homenagem ao estúdio de Rubin em Malibu. “Rick foi muito bom em assegurar que as ideias que eu tinha virassem músicas”, diz ele, antes de classificar o ano como “muito louco”. A atitude “vai lá e faz” de Bugg funcionou para ele ao longo de sua ainda curta carreira, propelida em 2011 no palco dos novos artistas do festival de Glastonbury, no Reino Unido, e o levou a um rápido contrato com a Mercury Records e a um álbum com seu nome, que chegou ao topo das paradas inglesas em outubro de 2012, com uma mistura nostálgica de punk e folk. Nos EUA, porém, o álbum vendeu apenas 47 mil cópias, de acordo com o Nielsen SoundScan, entrando na 75ª posição do Billboard 200. Mas o presidente/COO do Island Def Jam Music Group, Steve Bartels, diz que o perfi l de Bugg já subiu significativamente desde então, classifi cando sua apresentação no Lollapalooza em Chicago, em agosto, como um “forte indicador”. “O que Jake fez incrivelmente bem nos EUA foi reunir um grande grupo de fãs rapidamente”, diz Bartels. “Nós percebemos logo que a demanda por ele está muito alta.” Para o cantor, Shangri La é uma oportunidade para revelar uma peça musical completa. “As coisas se encaixaram. Dá mais a sensação de ser um álbum. O primeiro trabalho era só uma lista de músicas que eu tinha reunido ao longo dos  anos.” O novo álbum vai de punk-pop coeso a baladas acústicas, todas conduzidas pelas letras estilo “classe trabalhadora” e pelo vocal anasalado de Bugg, que lembra um Dylan com sotaque britânico. Ele vai embarcar em uma turnê americana em janeiro, e toca no South by Southwest em março. O presidente da Island Records, David Massey, diz que Bugg irá lançar um segundo single nos EUA antes do fi m do ano. “Nós já estabelecemos uma identidade signifi cativa. Vemos uma longa carreira por aqui.” Bugg, porém, está feliz por deixar a música falar por si. “O que quer que eu pense sobre essas músicas é meio irrelevante”, diz ele. “As pessoas vão decidir por elas mesmas.”