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Kim Lírio lança EP com banda Santa Hellena

por em 15/07/2015

A banda Santa Hellena lançou seu primeiro EP, Kim Lírio & Santa Hellena – com quatro músicas inéditas e direção musical do produtor britânico Paul Ralphes –, nesta semana. A banda, formada por Marcos Azevedo (guitarra/backing vocal), Lucas Freitas (guitarra), Flavio de Paula (baixo) e Luciano Freitas (bateria), além do vocalista Kim Lírio, aborda temas como o amor e a guerra.

Em 2012, Kim participou da sétima edição do reality show musical Ídolos – no qual ficou em 5º lugar – e, em 2014, foi finalista do The Voice Brasil. Logo após a saída do último programa, deixou sua antiga banda, ValvulaRed, e criou a Santa Hellena. “Trago muitas influências de rock em várias vertentes e também um pouco de música clássica, além de referências de Seal e Michael Jackson. Música boa me inspira na eterna busca por fazer música cada vez melhor”, conta o cantor, ansioso com a turnê, que promete para breve.

Quais foram as suas inspirações para o EP? Como foi a seleção do repertório?

Antes mesmo de pensar em gravar esse EP, já tínhamos um bom número de músicas autorais. Decidimos então, junto com nosso produtor Paul Ralphes, iniciar um trabalho de pré-produção com Thiago Becker para, em seguida,  fazer a triagem nas audições das músicas mais adequadas para esse primeiro disco com a Universal Music. A ideia era mostrar para a galera algo mais objetivo.  O EP virou um eletrocardiograma, felizmente!

Como é o processo de composição da banda?

Geralmente faço um arranjo mais simples no violão cantando uma história. Depois mostro pra galera e estruturamos juntos, como uma banda faz [risos]. Aqui criamos em parceria, bem no estilo grupo mesmo, trabalho em equipe. Paralelo a isso, em alguns momentos também acabei compondo com o Az (guitarra) nas madrugadas. É ótimo porque temos muitas referências iguais e compor com um grande irmão é gratificante, sempre sai sonzera.

Por que você não participou do Superstar, se tinha uma banda? Havia ou ainda há vontade de seguir carreira solo?

Pensei que, de qualquer forma, estaria cavando uma oportunidade bacana para mim e para os irmãos da banda também. E realmente ainda não sei se seria melhor ter participado do Superstar, já que vivi algo tão grandioso no The Voice e que não me faria voltar atrás de nenhuma forma. Me tornei um cara mais conhecido e reconhecido no meio musical, e muitas oportunidades legais surgiram. Após o Ídolos, pintou uma mini turnê pela América do Sul, por exemplo. Já o tal vídeo pro The Voice eu fiz aos 45 minutos do segundo tempo. Hoje, avaliando, posso afirmar que estava mais preparado.

Assista ao clipe do single “Viver Por Viver”, dirigido por Maurício Eça:

https://www.youtube.com/watch?v=89RlFGZRNzI
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Kim Lírio lança EP com banda Santa Hellena

por em 15/07/2015

A banda Santa Hellena lançou seu primeiro EP, Kim Lírio & Santa Hellena – com quatro músicas inéditas e direção musical do produtor britânico Paul Ralphes –, nesta semana. A banda, formada por Marcos Azevedo (guitarra/backing vocal), Lucas Freitas (guitarra), Flavio de Paula (baixo) e Luciano Freitas (bateria), além do vocalista Kim Lírio, aborda temas como o amor e a guerra.

Em 2012, Kim participou da sétima edição do reality show musical Ídolos – no qual ficou em 5º lugar – e, em 2014, foi finalista do The Voice Brasil. Logo após a saída do último programa, deixou sua antiga banda, ValvulaRed, e criou a Santa Hellena. “Trago muitas influências de rock em várias vertentes e também um pouco de música clássica, além de referências de Seal e Michael Jackson. Música boa me inspira na eterna busca por fazer música cada vez melhor”, conta o cantor, ansioso com a turnê, que promete para breve.

Quais foram as suas inspirações para o EP? Como foi a seleção do repertório?

Antes mesmo de pensar em gravar esse EP, já tínhamos um bom número de músicas autorais. Decidimos então, junto com nosso produtor Paul Ralphes, iniciar um trabalho de pré-produção com Thiago Becker para, em seguida,  fazer a triagem nas audições das músicas mais adequadas para esse primeiro disco com a Universal Music. A ideia era mostrar para a galera algo mais objetivo.  O EP virou um eletrocardiograma, felizmente!

Como é o processo de composição da banda?

Geralmente faço um arranjo mais simples no violão cantando uma história. Depois mostro pra galera e estruturamos juntos, como uma banda faz [risos]. Aqui criamos em parceria, bem no estilo grupo mesmo, trabalho em equipe. Paralelo a isso, em alguns momentos também acabei compondo com o Az (guitarra) nas madrugadas. É ótimo porque temos muitas referências iguais e compor com um grande irmão é gratificante, sempre sai sonzera.

Por que você não participou do Superstar, se tinha uma banda? Havia ou ainda há vontade de seguir carreira solo?

Pensei que, de qualquer forma, estaria cavando uma oportunidade bacana para mim e para os irmãos da banda também. E realmente ainda não sei se seria melhor ter participado do Superstar, já que vivi algo tão grandioso no The Voice e que não me faria voltar atrás de nenhuma forma. Me tornei um cara mais conhecido e reconhecido no meio musical, e muitas oportunidades legais surgiram. Após o Ídolos, pintou uma mini turnê pela América do Sul, por exemplo. Já o tal vídeo pro The Voice eu fiz aos 45 minutos do segundo tempo. Hoje, avaliando, posso afirmar que estava mais preparado.

Assista ao clipe do single “Viver Por Viver”, dirigido por Maurício Eça:

https://www.youtube.com/watch?v=89RlFGZRNzI