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Lembra dela? Rebecca Black está de volta

Cantora emplacou faixa na 25ª posição no ranking Dance Club Songs

por Redação em 17/04/2017

Em 2011, quando virais ainda não eram tão comuns na internet, um vídeo clipe tosco para uma música fraquinha sobre banalidades adolescentes e a ansiedade de esperar pelo fim de semana foi publicado no YouTube e virou uma febre: “Friday”, de Rebecca Black, na época com 13 anos, se transformou em fenômeno trash e a jovem se viu criticada negativamente – foram 100 milhões de visualizações em um mês.

No mês passado, seu novo single, “The Great Divide” chegou ao top 25 do ranking Dance Club Songs e ninguém conseguiria reconhecer Rebecca se seu nome não estivesse registrado com a música. É a faixa típica mainstream para as pistas de dança – com uma boa batida e versos repetitivos.

O contraste é grande. Em uma entrevista recente, Rebecca Black, agora aos 19 anos, disse: “Estaria mentindo se falasse que já superei tudo daquela época e que não me afeta. Quando você tem 13 anos e vê tantas pessoas desejando sua morte, te chamando de feia, gorda, terrível, isso te afeta. Tento tirar a pressão dos meus ombros para provar algo para os outros”.

rebeccablack

Além do bullying e dos comentários negativos, a jovem cantora não conseguiu absorver muito daquela época. Em 2011, vídeos virais e possíveis memes não eram tão comuns. Já em 2017, “Black Beatles”, de Rae Sremmurd (conhecida pela trilha do viral Mannequin Challenge) chegou ao topo do Hot 100 e foi superada por outra faixa que virou meme: “Bad And Boujee”, de Migos. Os rankings da Billboard também não contavam atividades de streaming em 2011, então Rebecca não foi capaz de se beneficiar de suas visualizações nas listas.

Apesar do bullying virtual que sofreu, a cantora ainda vê na internet uma chance para o sucesso. “Se você gosta de alguma coisa que não consegue encontrar no círculo de amigos da escola ou em sua cidade, você pode achar online. Há espaço para todo mundo”, disse Rebecca.

Em seu canal do YouTube, com mais de 1.3 milhão de inscritos, ela experimenta de tudo. É artista, crítica musical, cozinheira, mostra suas compras e mais. Nesses seis anos, ela se mudou para Los Angeles, se formou na escola e passou a focar em composições. “Ano passado, ia todos os dias ao estúdio. Tentei absorver o máximo possível”. Ela conheceu Shari Short, membro do grupo de compositores Writing Camp, que trabalha para Beyoncé, Rihanna e Selena Gomez.

Na próxima sexta-feira (21/04), Rebecca lançará outro single, “Foolish”, inspirado no pop oitentista, composto em parceria com Shari, Greg Ogan (também membro do Writing Camp) e Spencer Neezy. Um EP deve ser lançado em breve, de forma independente.

 

Ouça “The Great Divide”:

 

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2
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Wesley Safadão
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Bruno & Marrone
4
Avisa Que Eu Cheguei (Part. Ivete Sangalo)
Naiara Azevedo
5
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Lembra dela? Rebecca Black está de volta

Cantora emplacou faixa na 25ª posição no ranking Dance Club Songs

por Redação em 17/04/2017

Em 2011, quando virais ainda não eram tão comuns na internet, um vídeo clipe tosco para uma música fraquinha sobre banalidades adolescentes e a ansiedade de esperar pelo fim de semana foi publicado no YouTube e virou uma febre: “Friday”, de Rebecca Black, na época com 13 anos, se transformou em fenômeno trash e a jovem se viu criticada negativamente – foram 100 milhões de visualizações em um mês.

No mês passado, seu novo single, “The Great Divide” chegou ao top 25 do ranking Dance Club Songs e ninguém conseguiria reconhecer Rebecca se seu nome não estivesse registrado com a música. É a faixa típica mainstream para as pistas de dança – com uma boa batida e versos repetitivos.

O contraste é grande. Em uma entrevista recente, Rebecca Black, agora aos 19 anos, disse: “Estaria mentindo se falasse que já superei tudo daquela época e que não me afeta. Quando você tem 13 anos e vê tantas pessoas desejando sua morte, te chamando de feia, gorda, terrível, isso te afeta. Tento tirar a pressão dos meus ombros para provar algo para os outros”.

rebeccablack

Além do bullying e dos comentários negativos, a jovem cantora não conseguiu absorver muito daquela época. Em 2011, vídeos virais e possíveis memes não eram tão comuns. Já em 2017, “Black Beatles”, de Rae Sremmurd (conhecida pela trilha do viral Mannequin Challenge) chegou ao topo do Hot 100 e foi superada por outra faixa que virou meme: “Bad And Boujee”, de Migos. Os rankings da Billboard também não contavam atividades de streaming em 2011, então Rebecca não foi capaz de se beneficiar de suas visualizações nas listas.

Apesar do bullying virtual que sofreu, a cantora ainda vê na internet uma chance para o sucesso. “Se você gosta de alguma coisa que não consegue encontrar no círculo de amigos da escola ou em sua cidade, você pode achar online. Há espaço para todo mundo”, disse Rebecca.

Em seu canal do YouTube, com mais de 1.3 milhão de inscritos, ela experimenta de tudo. É artista, crítica musical, cozinheira, mostra suas compras e mais. Nesses seis anos, ela se mudou para Los Angeles, se formou na escola e passou a focar em composições. “Ano passado, ia todos os dias ao estúdio. Tentei absorver o máximo possível”. Ela conheceu Shari Short, membro do grupo de compositores Writing Camp, que trabalha para Beyoncé, Rihanna e Selena Gomez.

Na próxima sexta-feira (21/04), Rebecca lançará outro single, “Foolish”, inspirado no pop oitentista, composto em parceria com Shari, Greg Ogan (também membro do Writing Camp) e Spencer Neezy. Um EP deve ser lançado em breve, de forma independente.

 

Ouça “The Great Divide”: