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Ligação Importante - A promessa dos pacotes

por em 09/04/2013
Por que as parcerias de música em celular oferecem mais benefícios do que desvantagens, de acordo com uma nova pesquisa Os serviços de música têm estado ocupados ultimamente, ligando sem parar para as operadoras, esperando fechar contratos de distribuição que possam impulsionar suas bases de assinantes. A atração é compreensível. As operadoras têm relação direta de cobrança de contas com centenas de milhões de pessoas, tornando fácil para os clientes fazer assinaturas sem ter que usar cartões de crédito. As operadoras podem ajudar muito os serviços de venda de música. Se o preço estiver certo, elas também demonstram disposição para ajudar a subsidiar custos. Não é de espantar que a Beats Music esteja em negociação com a AT&T e outras operadoras, enquanto o Google esteja considerando um contrato com a Verizon para fazer um pacote para seu serviço de música All Access. Um novo estudo, conduzido pela Midia Consulting e encomendado pelo Universal Music Group, sugere que esta é a melhor época para operadoras, fabricantes de dispositivos, provedores de internet e serviços de música unirem forças. Os smartphones são quase seis de cada dez aparelhos nos EUA e na maior parte dos principais países europeus. Globalmente, 1,1 bilhão de pessoas têm acesso a smartphones. Um em cada três consumidores nesses mercados agora ouve música por streaming, e um em cada dez paga por serviços de streaming premium, de acordo com o estudo.  Os pacotes musicais atraem novos consumidores, reduzem a taxa de evasão entre usuários, e aumentam a média de receita. Para a empresa Leap Wireless’ Cricket, sediada nos EUA, a receita média por usuário aumentou de US$ 38,14 para US$ 42,73 desde 2010, depois que lançou o serviço Muve Music. Para a Telia Sonera, que opera principalmente na Suécia e Finlândia, acrescentar o Spotify em 2010 ajudou a reduzir a taxa de evasão de clientes de 17% para 15%. A operadora Orange, da França, teve uma taxa de evasão 50% menor entre assinantes que também pagam pelo pacote musical Deezer, em comparação com os assinantes que não optaram pelo serviço. Para as empresas que oferecem os serviços de música, o benefício é óbvio –  55% dos usuários que fazem testes gratuitos em aparelhos de celular passam para um serviço pago depois de apenas um mês.
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Ligação Importante - A promessa dos pacotes

por em 09/04/2013
Por que as parcerias de música em celular oferecem mais benefícios do que desvantagens, de acordo com uma nova pesquisa Os serviços de música têm estado ocupados ultimamente, ligando sem parar para as operadoras, esperando fechar contratos de distribuição que possam impulsionar suas bases de assinantes. A atração é compreensível. As operadoras têm relação direta de cobrança de contas com centenas de milhões de pessoas, tornando fácil para os clientes fazer assinaturas sem ter que usar cartões de crédito. As operadoras podem ajudar muito os serviços de venda de música. Se o preço estiver certo, elas também demonstram disposição para ajudar a subsidiar custos. Não é de espantar que a Beats Music esteja em negociação com a AT&T e outras operadoras, enquanto o Google esteja considerando um contrato com a Verizon para fazer um pacote para seu serviço de música All Access. Um novo estudo, conduzido pela Midia Consulting e encomendado pelo Universal Music Group, sugere que esta é a melhor época para operadoras, fabricantes de dispositivos, provedores de internet e serviços de música unirem forças. Os smartphones são quase seis de cada dez aparelhos nos EUA e na maior parte dos principais países europeus. Globalmente, 1,1 bilhão de pessoas têm acesso a smartphones. Um em cada três consumidores nesses mercados agora ouve música por streaming, e um em cada dez paga por serviços de streaming premium, de acordo com o estudo.  Os pacotes musicais atraem novos consumidores, reduzem a taxa de evasão entre usuários, e aumentam a média de receita. Para a empresa Leap Wireless’ Cricket, sediada nos EUA, a receita média por usuário aumentou de US$ 38,14 para US$ 42,73 desde 2010, depois que lançou o serviço Muve Music. Para a Telia Sonera, que opera principalmente na Suécia e Finlândia, acrescentar o Spotify em 2010 ajudou a reduzir a taxa de evasão de clientes de 17% para 15%. A operadora Orange, da França, teve uma taxa de evasão 50% menor entre assinantes que também pagam pelo pacote musical Deezer, em comparação com os assinantes que não optaram pelo serviço. Para as empresas que oferecem os serviços de música, o benefício é óbvio –  55% dos usuários que fazem testes gratuitos em aparelhos de celular passam para um serviço pago depois de apenas um mês.