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Melancolia tardia: Dinho comenta escolhas do álbum solo com covers "inteligentes"

por em 03/05/2012
Imagem: Divulgação

Quase como um capricho, na definição do próprio cantor, Black Heart marca a terceira experiência solo de Dinho Outro Preto. O vocalista do Capital Inicial apresentou o projeto para sua gravadora e viu, com alguma surpresa, ele ser aprovado.

O resultado são 12 versões para músicas de gente como Leonard Cohen (“Hallelujah”), The Cure (“Lovesong”), The Smiths (“There Is A Light That Never Goes Out”) e até Pet Shop Boys (“Being Boring”). Quase todas com uma atmosfera melancólica. “O estado de espírito das canções não foi deliberado. Isso revela que existe um lado melancólico em mim, do qual eu não tinha me dado conta”, reflete, em entrevista à Billboard Brasil.

Lembrando de outros momentos em que assinou um álbum sozinho, ele compara, com autocrítica: “Os dois discos solo que gravei antes, quando estava fora do Capital, foram uma forma de me reafirmar como roqueiro. OK, eu posso ter desandando em algum momento, mas eu sou roqueiro”. Mas Dinho completa o raciocínio convicto do novo trabalho: “ Agora é bem diferente. Não tenho nada para provar. Foi um disco feito muito por diversão, com leveza de espírito. Não tem nenhuma afirmação ideológica”. 

Ele chama atenção para algo que parece ser um conceito do álbum: “Talvez, involuntariamente, eu quis dizer que é possível fazer um disco que fala de relacionamentos, ou seja, um assunto banal, de uma forma inteligente. Eu quis lançar um disco que tivesse conteúdo. Acho que são 12 grandes letras”.

Para sossego dos fãs do Capital, Dinho garante que o disco é um projeto paralelo e não uma ruptura com a banda.

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Melancolia tardia: Dinho comenta escolhas do álbum solo com covers "inteligentes"

por em 03/05/2012
Imagem: Divulgação

Quase como um capricho, na definição do próprio cantor, Black Heart marca a terceira experiência solo de Dinho Outro Preto. O vocalista do Capital Inicial apresentou o projeto para sua gravadora e viu, com alguma surpresa, ele ser aprovado.

O resultado são 12 versões para músicas de gente como Leonard Cohen (“Hallelujah”), The Cure (“Lovesong”), The Smiths (“There Is A Light That Never Goes Out”) e até Pet Shop Boys (“Being Boring”). Quase todas com uma atmosfera melancólica. “O estado de espírito das canções não foi deliberado. Isso revela que existe um lado melancólico em mim, do qual eu não tinha me dado conta”, reflete, em entrevista à Billboard Brasil.

Lembrando de outros momentos em que assinou um álbum sozinho, ele compara, com autocrítica: “Os dois discos solo que gravei antes, quando estava fora do Capital, foram uma forma de me reafirmar como roqueiro. OK, eu posso ter desandando em algum momento, mas eu sou roqueiro”. Mas Dinho completa o raciocínio convicto do novo trabalho: “ Agora é bem diferente. Não tenho nada para provar. Foi um disco feito muito por diversão, com leveza de espírito. Não tem nenhuma afirmação ideológica”. 

Ele chama atenção para algo que parece ser um conceito do álbum: “Talvez, involuntariamente, eu quis dizer que é possível fazer um disco que fala de relacionamentos, ou seja, um assunto banal, de uma forma inteligente. Eu quis lançar um disco que tivesse conteúdo. Acho que são 12 grandes letras”.

Para sossego dos fãs do Capital, Dinho garante que o disco é um projeto paralelo e não uma ruptura com a banda.