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No dia Mundial do Rock, Kiss revela os truques do início de carreira

por em 13/07/2012
Imagem: Divulgação

O guitarrista do Kiss, Paul Stanley, revelou em entrevista ao jornal The Sun alguns dos macetes que a banda utilizava para ganhar popularidade no início de carreira.

“Nós tínhamos como regra não tocar mais de uma vez a cada oito ou 12 semanas porque queríamos que as pessoas pensassem que estávamos ocupados”, contou Stanley, acrescentando que, por causa disso, muitas vezes a banda recusou ofertas ótimas.

“[Na verdade] Estávamos, literalmente, sentados no nosso loft morrendo de fome e ensaiando”, revela. Segundo o guitarrista, a tática fazia com que a imprensa e os fãs pensassem que o Kiss era muito mais bem sucedido do que realmente era.

“Quando fazíamos um show sempre falávamos: ‘É bom estar de volta’. Mas nós nunca fomos!”, brinca. “A gente estava em qualquer lugar, mas era importante criar esse mito para crescermos.”

Durante a entrevista, o baixista da banda, Gene Simmons, também falou sobre como a famosa maquiagem, marca registrada dos integrantes do Kiss, os mantêm unidos. “Certa vez tocamos em um lugar chamado Daisy, deveria ter umas 50 ou 100 pessoas lá. Quando nos olhamos atrás do palco, sentimos que pertencíamos uns aos outros. Não há dúvida de que nossas roupas, nossas botas de salto e nossa maquiagem nos definiu como artistas únicos e nos ajudou a ser quem somos hoje”, acrescentou Simmons.

Recentemente, o Kiss divulgou a inédita “Hell Or Hallelujah”, primeiro single do álbum Monster, cujo lançamento está previsto para outubro deste ano. Confira: 

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No dia Mundial do Rock, Kiss revela os truques do início de carreira

por em 13/07/2012
Imagem: Divulgação

O guitarrista do Kiss, Paul Stanley, revelou em entrevista ao jornal The Sun alguns dos macetes que a banda utilizava para ganhar popularidade no início de carreira.

“Nós tínhamos como regra não tocar mais de uma vez a cada oito ou 12 semanas porque queríamos que as pessoas pensassem que estávamos ocupados”, contou Stanley, acrescentando que, por causa disso, muitas vezes a banda recusou ofertas ótimas.

“[Na verdade] Estávamos, literalmente, sentados no nosso loft morrendo de fome e ensaiando”, revela. Segundo o guitarrista, a tática fazia com que a imprensa e os fãs pensassem que o Kiss era muito mais bem sucedido do que realmente era.

“Quando fazíamos um show sempre falávamos: ‘É bom estar de volta’. Mas nós nunca fomos!”, brinca. “A gente estava em qualquer lugar, mas era importante criar esse mito para crescermos.”

Durante a entrevista, o baixista da banda, Gene Simmons, também falou sobre como a famosa maquiagem, marca registrada dos integrantes do Kiss, os mantêm unidos. “Certa vez tocamos em um lugar chamado Daisy, deveria ter umas 50 ou 100 pessoas lá. Quando nos olhamos atrás do palco, sentimos que pertencíamos uns aos outros. Não há dúvida de que nossas roupas, nossas botas de salto e nossa maquiagem nos definiu como artistas únicos e nos ajudou a ser quem somos hoje”, acrescentou Simmons.

Recentemente, o Kiss divulgou a inédita “Hell Or Hallelujah”, primeiro single do álbum Monster, cujo lançamento está previsto para outubro deste ano. Confira: