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“O samba rock foi um feliz acidente na minha vida”, diz Thiago Nogueira, o LilT

por em 01/07/2015

Por Bruna Gonçalves Serur

O carioca Thiago Nogueira, mais conhecido como LilT, mistura o rock ao samba, gênero com o qual se relaciona desde que nasceu. Ganzá, bateria, guitarra, tantan, pandeiro, surdo, baixo, cavaquinho, banjo – o artista misturou tudo em “Claridade”, de 2012. Desde então vieram “O Lado Bom De Amar”, de 2012, “Meu Samba É Rock'n'Roll” e “Com Você Eu Faço Arte”, seu segundo single e no qual também toca guitarra, baixo, bateria, tantan, pandeiro, surdo e cavaquinho.

Agora o multi-instrumentalista está se preparando para lançar o álbum Meu Samba É Rock’n’Roll. “Este disco, com certeza, vai falar bastante sobre quem eu sou.”

 

De onde veio essa influência do samba-rock? E do samba-rap?

O samba rock foi um feliz acidente na minha vida. Se você parar para ouvir o som do Lil T, com calma, existe muito pouca influência daquele ritmo que o "povo" está acostumado a chamar de "samba rock" desde as décadas retrasadas, o tradicional "sambalanço" de Bebeto e companhia. O meu som é uma mistura de tudo que eu gosto de ouvir – R&B, soul, funk, samba, hardcore melódico, new metal e muita música contemporânea. Parece louco, não? Mas funciona dessa forma mesmo. Eu chamo de "rock" não apenas a música que a sociedade está acostumada a detectar como rock quando ouve, mas sim todo tipo de atividade artística e musical que é feita e executada com atitude, com verdade.

Como é o seu envolvimento nos seus clipes e músicas?

Só não digo que meu envolvimento é de 100% porque na realidade existem sempre amigos e parceiros da área que me ajudam a trabalhar quando estou sendo filmado. Eu estou acostumado a dirigir videoclipes de outros artistas, isso é uma paixão que tenho além da música. Mas quando eu sou o artista, preciso de amigos e pessoas experientes que possam entender a imagem que eu quero passar. Quanto às minhas músicas, deixo-me levar pelas ideias que me inspiram no dia a dia. O processo de gravação é curioso, as ideias sempre fluem melhor dentro do meu home studio. Já aconteceu de levar um som feito em lá para o estúdio da gravadora, cheio de recursos, e não conseguirmos reproduzir tão bem.

Quais são as suas influências?

Minhas influências musicais vêm desde o samba romântico do Exaltasamba e companhia, que tive acesso nos anos 1990, até o hardcore melódico e o pop punk. Atualmente, sonoridades eletrônicas, como o trap e o dubstep, têm me influenciado bastante.

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“O samba rock foi um feliz acidente na minha vida”, diz Thiago Nogueira, o LilT

por em 01/07/2015

Por Bruna Gonçalves Serur

O carioca Thiago Nogueira, mais conhecido como LilT, mistura o rock ao samba, gênero com o qual se relaciona desde que nasceu. Ganzá, bateria, guitarra, tantan, pandeiro, surdo, baixo, cavaquinho, banjo – o artista misturou tudo em “Claridade”, de 2012. Desde então vieram “O Lado Bom De Amar”, de 2012, “Meu Samba É Rock'n'Roll” e “Com Você Eu Faço Arte”, seu segundo single e no qual também toca guitarra, baixo, bateria, tantan, pandeiro, surdo e cavaquinho.

Agora o multi-instrumentalista está se preparando para lançar o álbum Meu Samba É Rock’n’Roll. “Este disco, com certeza, vai falar bastante sobre quem eu sou.”

 

De onde veio essa influência do samba-rock? E do samba-rap?

O samba rock foi um feliz acidente na minha vida. Se você parar para ouvir o som do Lil T, com calma, existe muito pouca influência daquele ritmo que o "povo" está acostumado a chamar de "samba rock" desde as décadas retrasadas, o tradicional "sambalanço" de Bebeto e companhia. O meu som é uma mistura de tudo que eu gosto de ouvir – R&B, soul, funk, samba, hardcore melódico, new metal e muita música contemporânea. Parece louco, não? Mas funciona dessa forma mesmo. Eu chamo de "rock" não apenas a música que a sociedade está acostumada a detectar como rock quando ouve, mas sim todo tipo de atividade artística e musical que é feita e executada com atitude, com verdade.

Como é o seu envolvimento nos seus clipes e músicas?

Só não digo que meu envolvimento é de 100% porque na realidade existem sempre amigos e parceiros da área que me ajudam a trabalhar quando estou sendo filmado. Eu estou acostumado a dirigir videoclipes de outros artistas, isso é uma paixão que tenho além da música. Mas quando eu sou o artista, preciso de amigos e pessoas experientes que possam entender a imagem que eu quero passar. Quanto às minhas músicas, deixo-me levar pelas ideias que me inspiram no dia a dia. O processo de gravação é curioso, as ideias sempre fluem melhor dentro do meu home studio. Já aconteceu de levar um som feito em lá para o estúdio da gravadora, cheio de recursos, e não conseguirmos reproduzir tão bem.

Quais são as suas influências?

Minhas influências musicais vêm desde o samba romântico do Exaltasamba e companhia, que tive acesso nos anos 1990, até o hardcore melódico e o pop punk. Atualmente, sonoridades eletrônicas, como o trap e o dubstep, têm me influenciado bastante.