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Peter Hook critica biografia de Bernard Sumner: “Ele foi cruel e contraditório”

por em 03/10/2014
Peter Hook, antigo integrante do New Order e do Joy Division, resolveu soltar o verbo sobre o livro de Bernard Sumner – seu velho companheiro nas duas bandas –,Chapter and Verse, lançado recentemente nos Estados Unidos. “É uma pena, não apenas para nós ou para os fãs, mas também para as lojas de livro, que não saberão se colocam a obra nas prateleiras de ficção ou de tragédia”, disse Hook em entrevista à Billboard americana. “Deixando os preconceitos de lado, gostei de ler sobre a infância de Bernard, mas senti que a parte sobre o Joy Division, que, embora parece ter sido escrita com carinho, foi decepcionante. Falta revelação e atenção aos detalhes”, cutucou Hook. De acordo com o músico, seu antigo companheiro de banda pulou boa parte da história do New Order, segundo ele, por pura conveniência. “Não há nenhuma menção de seus métodos de composição. Nenhuma referência a seus sonhos e objetivos para o grupo. Achei Bernard frequentemente muito contraditório, e sua narração é cruel e maldosa. Ele adequa a narração ao seu propósito.” Além disso, Hook disse que, na obra, há um foco muito exclusivo em seus desentendimentos com o antigo amigo. “Me pergunto se Bernard já teve uma discussão com alguém que não se chamasse Peter Hook. Ele não se lembra de seus problemas com Gillian e Steve? [outros integrantes do New Order]. Bernard enlouqueceu e se recusava a falar ou trabalhar com eles novamente.” Peter Hook, Bernard Sumner, Stephen Morris e Ian Curtis formaram o Joy Division em 1976, na Inglaterra. Após o suicídio do vocalista Curtis, os integrantes remanescentes viraram o New Order, em 1980. Em 2007, Peter Hook anunciou sua saída e o fim da banda. As desavenças entre os antigos integrantes – principalmente entre Hook e Sumner – foram amplamente divulgadas pela imprensa.
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por em 03/10/2014
Peter Hook, antigo integrante do New Order e do Joy Division, resolveu soltar o verbo sobre o livro de Bernard Sumner – seu velho companheiro nas duas bandas –,Chapter and Verse, lançado recentemente nos Estados Unidos. “É uma pena, não apenas para nós ou para os fãs, mas também para as lojas de livro, que não saberão se colocam a obra nas prateleiras de ficção ou de tragédia”, disse Hook em entrevista à Billboard americana. “Deixando os preconceitos de lado, gostei de ler sobre a infância de Bernard, mas senti que a parte sobre o Joy Division, que, embora parece ter sido escrita com carinho, foi decepcionante. Falta revelação e atenção aos detalhes”, cutucou Hook. De acordo com o músico, seu antigo companheiro de banda pulou boa parte da história do New Order, segundo ele, por pura conveniência. “Não há nenhuma menção de seus métodos de composição. Nenhuma referência a seus sonhos e objetivos para o grupo. Achei Bernard frequentemente muito contraditório, e sua narração é cruel e maldosa. Ele adequa a narração ao seu propósito.” Além disso, Hook disse que, na obra, há um foco muito exclusivo em seus desentendimentos com o antigo amigo. “Me pergunto se Bernard já teve uma discussão com alguém que não se chamasse Peter Hook. Ele não se lembra de seus problemas com Gillian e Steve? [outros integrantes do New Order]. Bernard enlouqueceu e se recusava a falar ou trabalhar com eles novamente.” Peter Hook, Bernard Sumner, Stephen Morris e Ian Curtis formaram o Joy Division em 1976, na Inglaterra. Após o suicídio do vocalista Curtis, os integrantes remanescentes viraram o New Order, em 1980. Em 2007, Peter Hook anunciou sua saída e o fim da banda. As desavenças entre os antigos integrantes – principalmente entre Hook e Sumner – foram amplamente divulgadas pela imprensa.