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Pharrell Williams põe todo mundo para dançar no encerramento do Lollapalooza

por em 30/03/2015
Por Rodrigo Amaral da Rocha Pharrel transformou o palco principal do Lollapalooza em um verdadeiro baile. Enquanto o Smashing Pumpkins promovia o seu rock dos anos 90 e Steve Aoki comandava a sua festa eletrônica, Pharrell encheu o Autódromo de Interlagos de música pop, chamando homens, mulheres e crianças para dançar. Com atraso, surgiu no palco Pharrell e o grupo de dançarinas (e vocalistas de apoio) chamado Baes. Era de perder o fôlego ver as meninas dançando e mexendo cada parte do corpo nas seguidas performances. Uma parte do show foi dedicada apenas a elas. Um detalhe que também ganhou destaque foi a marca esportiva que patrocina o artista, estampada nas roupas de Pharrell, dançarinas e banda.

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Pharrell dedicou a primeira parte do show às músicas do último álbum Girl, menos entusiasmantes que os hits que foram deixados para depois. Fugindo dos padrões entre as atrações do Lolla, ele chamou a dedo alguns rapazes da plateia. Embalados por três músicas de Pharrell do seu antigo projeto N.E.R.D, eles dançaram com o cantor e, um ou outro, tentaram a privilegiada selfie de cima do palco (impedida pelo segurança que brotava para impedi-los). Em seguida, Pharrell seguiu para a consagração de seu show. Emendou dois sucessos em parceria com o rapper Snoop Dogg: “Beautiful”, prontamente associada ao Brasil por ele, e “Drop It Like It’s Hot”.  Também não deixou de fora “Hollaback Girl” (Gwen Stefani), mesmo sendo mero coadjuvante dos vocais femininos. Em outro chamado ao público, pediu ao seu guitarrista para convocar a mulherada da plateia, que requebrou e sensualizou com “Lapdance” e “She Wants To Move”. Nenhum hit da carreira de Pharrell passou despercebido. Nem mesmo “Blurred Lines”, acusada de plágio pela família de Marvin Gaye. Em um final triunfante, uma música estava faltando no setlist cheio de pop feito para dançar. “Happy” fechou o show embalado por uma chuva de papel picado e fogos de artifício. Um grupo de crianças de cima do palco deu o tom de alegria e leveza que Pharrell levou ao Autódromo. A saga de volta para casa junto com a multidão que se retirava dos três palcos ficou mais fácil.
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Por Rodrigo Amaral da Rocha Pharrel transformou o palco principal do Lollapalooza em um verdadeiro baile. Enquanto o Smashing Pumpkins promovia o seu rock dos anos 90 e Steve Aoki comandava a sua festa eletrônica, Pharrell encheu o Autódromo de Interlagos de música pop, chamando homens, mulheres e crianças para dançar. Com atraso, surgiu no palco Pharrell e o grupo de dançarinas (e vocalistas de apoio) chamado Baes. Era de perder o fôlego ver as meninas dançando e mexendo cada parte do corpo nas seguidas performances. Uma parte do show foi dedicada apenas a elas. Um detalhe que também ganhou destaque foi a marca esportiva que patrocina o artista, estampada nas roupas de Pharrell, dançarinas e banda.

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Pharrell dedicou a primeira parte do show às músicas do último álbum Girl, menos entusiasmantes que os hits que foram deixados para depois. Fugindo dos padrões entre as atrações do Lolla, ele chamou a dedo alguns rapazes da plateia. Embalados por três músicas de Pharrell do seu antigo projeto N.E.R.D, eles dançaram com o cantor e, um ou outro, tentaram a privilegiada selfie de cima do palco (impedida pelo segurança que brotava para impedi-los). Em seguida, Pharrell seguiu para a consagração de seu show. Emendou dois sucessos em parceria com o rapper Snoop Dogg: “Beautiful”, prontamente associada ao Brasil por ele, e “Drop It Like It’s Hot”.  Também não deixou de fora “Hollaback Girl” (Gwen Stefani), mesmo sendo mero coadjuvante dos vocais femininos. Em outro chamado ao público, pediu ao seu guitarrista para convocar a mulherada da plateia, que requebrou e sensualizou com “Lapdance” e “She Wants To Move”. Nenhum hit da carreira de Pharrell passou despercebido. Nem mesmo “Blurred Lines”, acusada de plágio pela família de Marvin Gaye. Em um final triunfante, uma música estava faltando no setlist cheio de pop feito para dançar. “Happy” fechou o show embalado por uma chuva de papel picado e fogos de artifício. Um grupo de crianças de cima do palco deu o tom de alegria e leveza que Pharrell levou ao Autódromo. A saga de volta para casa junto com a multidão que se retirava dos três palcos ficou mais fácil.