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Ponte aérea NY - SP: Interpol faz show nublado no Lollapalooza Brasil

por em 29/03/2015
Por Lucas Borges Teixeira Estava na cara que ia chover. São Paulo amanheceu nublada na manhã do segundo dia do Lollapalooza Brasil. Quando o Interpol entrou no palco principal do evento, no meio da tarde, a fina garoa já tomava corpo de chuva. Não poderia haver clima mais propício para a banda que é uma das caras do indie rock nova-iorquino nos últimos tempos. Eles abriram com "Say Hello to the Angels", do primeiro disco, Turn on the Bright Lights (2002), o que, de cara, agradou à maioria dos presentes. Embora houvesse um número significativo de fãs eufóricos entre a famosa turma do gargarejo, o público, que chegou a ocupar apenas metade da área possível, pareceu sentir o clima do ambiente e do som tocado. Não havia muitos gritos ou danças, presentes em quase todas as apresentações do festival. Ao fundo, as duas filas enormes para a entrada do espaço Skol Park chamava mais atenção que os espectadores do show. Fora as intervenções de agradecimento tradicionais, a banda não interagiu muito, como era esperado. Mas eles cumpriram sua parte do contrato: apresentaram o último disco, "El Pintor" (2014), pelo qual estão em turnê, e rechearam com músicas conhecidas, como "Rest My Chemistry" e "Slow Hands". Tudo muito bem feito, mas não tão inspirado. (Protocolar, talvez seja essa a palavra!) Interpol é uma das bandas de indie rock de Nova York mais conhecidas do final dos anos 1990/começo dos 2000. Um show bem tocado e sem muita emoção já era esperado. Difícil saber se foi o clima, o público ou a mistura dos dois com o som não tão pra cima, mas a impressão deixada após a apresentação assemelha-se ao tempo: nublado com leves rajadas de chuva.
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Ponte aérea NY - SP: Interpol faz show nublado no Lollapalooza Brasil

por em 29/03/2015
Por Lucas Borges Teixeira Estava na cara que ia chover. São Paulo amanheceu nublada na manhã do segundo dia do Lollapalooza Brasil. Quando o Interpol entrou no palco principal do evento, no meio da tarde, a fina garoa já tomava corpo de chuva. Não poderia haver clima mais propício para a banda que é uma das caras do indie rock nova-iorquino nos últimos tempos. Eles abriram com "Say Hello to the Angels", do primeiro disco, Turn on the Bright Lights (2002), o que, de cara, agradou à maioria dos presentes. Embora houvesse um número significativo de fãs eufóricos entre a famosa turma do gargarejo, o público, que chegou a ocupar apenas metade da área possível, pareceu sentir o clima do ambiente e do som tocado. Não havia muitos gritos ou danças, presentes em quase todas as apresentações do festival. Ao fundo, as duas filas enormes para a entrada do espaço Skol Park chamava mais atenção que os espectadores do show. Fora as intervenções de agradecimento tradicionais, a banda não interagiu muito, como era esperado. Mas eles cumpriram sua parte do contrato: apresentaram o último disco, "El Pintor" (2014), pelo qual estão em turnê, e rechearam com músicas conhecidas, como "Rest My Chemistry" e "Slow Hands". Tudo muito bem feito, mas não tão inspirado. (Protocolar, talvez seja essa a palavra!) Interpol é uma das bandas de indie rock de Nova York mais conhecidas do final dos anos 1990/começo dos 2000. Um show bem tocado e sem muita emoção já era esperado. Difícil saber se foi o clima, o público ou a mistura dos dois com o som não tão pra cima, mas a impressão deixada após a apresentação assemelha-se ao tempo: nublado com leves rajadas de chuva.