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Project 46 prepara-se para tocar no Rock in Rio

por em 14/09/2015
Por Rodrigo Rocha A banda de heavy metal Project 46 foi formada em 2008 para tocar covers da maior referência do gênero na época, o Slipknot. Três anos depois, o grupo formado por Henrique Pucci (bateria), Jean Patton (guitarra), Caio Macseberra (voz), Vinicius Castellari (guitarra) e Rafael Yamada (baixo) lançou o primeiro disco autoral da carreira, Doa A Quem Doer, produzido por Adair Daufembach. Mais três anos se passaram até que o grupo encontrasse novamente Daufembach, desta vez para a produção de um disco focado na crítica socioeconômica do país – Que Seja Feita A Vossa Vontade. Assim como o tempo reflete uma nova realidade no Brasil, a banda também vive um novo momento. Hoje o Project 46 vive a expectativa do sonho de tocar no mesmo palco que será usado pela banda que, um dia, foi sua fonte de inspiração. E este não é um palco qualquer.

project capa disco novo

“A experiência é surreal. É uma sensação de que estamos no caminho certo e verdadeiro. Um sonho que está se tornando realidade mas, ao mesmo tempo, que encaramos como um novo degrau”, conta Jean Patton. “No mesmo dia em que vamos tocar (24/09) terá o show do disco novo do Lamb of God, que faremos questão de assistir. E, é claro, o Slipknot no dia seguinte (25/09), banda da qual somos muito fãs e que nos influenciou a compor nossas próprias músicas.” Como foi a escolha por um álbum mais pesado do que o anterior? Foi uma transição natural e o momento nos inclinou para esse lado mais agressivo. Sentíamos que as músicas precisavam soar exatamente do jeito como as compusemos e assim saiu. Além disso, sempre gostamos de músicas rápidas e enérgicas, o que encaixou muito bem com as letras do álbum. Gostamos de falar de situações que vemos em nossas vidas, incentivar as pessoas a repensarem seus atos e aprender com eles. Usamos nossa música para expressar a raiva que cada um carrega dentro de si. Neste disco, nossa inspiração foi o Brasil e tudo o que ele oferece de bom e de ruim. Como a banda enxerga o espaço dedicado à música mais pesada no Brasil? Muito bom. Graças aos fãs que consomem este tipo de música, está melhorando muito. O espaço em grandes eventos e na mídia também ajuda bandas como a nossa, independentes. Sabemos que existem fãs do estilo em todo lugar do país e, o melhor, o público é fiel. O rock une idades, crenças e opiniões com muito respeito e, assim, faz a música pesada perdurar. Ainda precisamos de muito mais bandas para que o cenário da música pesada nacional crie força e chegue a virar um circuito internacional de bandas e turnês. Mas temos fé que as coisas estão mudando por aqui. Vocês já se apresentaram em outros festivais grandes. É diferente do que tocar em um show comum? Sim! Existe uma vibração diferente em shows de festival que gostamos muito. O primeiro festival onde que tocamos foi o Maquinaria Fest (Chile) em 2012. Naquele show já sentimos essa vibração no primeiro acorde. Percebemos novos jeitos de tocar, de se movimentar e de conduzir o show. Em cada festival aprendemos coisas diferentes e por isso também estamos ansiosos para o Rock in Rio, que será o maior palco onde já teremos nos apresentado. Estamos preparados pra ele! https://www.youtube.com/watch?v=V_VCN0h94vE  
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Project 46 prepara-se para tocar no Rock in Rio

por em 14/09/2015
Por Rodrigo Rocha A banda de heavy metal Project 46 foi formada em 2008 para tocar covers da maior referência do gênero na época, o Slipknot. Três anos depois, o grupo formado por Henrique Pucci (bateria), Jean Patton (guitarra), Caio Macseberra (voz), Vinicius Castellari (guitarra) e Rafael Yamada (baixo) lançou o primeiro disco autoral da carreira, Doa A Quem Doer, produzido por Adair Daufembach. Mais três anos se passaram até que o grupo encontrasse novamente Daufembach, desta vez para a produção de um disco focado na crítica socioeconômica do país – Que Seja Feita A Vossa Vontade. Assim como o tempo reflete uma nova realidade no Brasil, a banda também vive um novo momento. Hoje o Project 46 vive a expectativa do sonho de tocar no mesmo palco que será usado pela banda que, um dia, foi sua fonte de inspiração. E este não é um palco qualquer.

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“A experiência é surreal. É uma sensação de que estamos no caminho certo e verdadeiro. Um sonho que está se tornando realidade mas, ao mesmo tempo, que encaramos como um novo degrau”, conta Jean Patton. “No mesmo dia em que vamos tocar (24/09) terá o show do disco novo do Lamb of God, que faremos questão de assistir. E, é claro, o Slipknot no dia seguinte (25/09), banda da qual somos muito fãs e que nos influenciou a compor nossas próprias músicas.” Como foi a escolha por um álbum mais pesado do que o anterior? Foi uma transição natural e o momento nos inclinou para esse lado mais agressivo. Sentíamos que as músicas precisavam soar exatamente do jeito como as compusemos e assim saiu. Além disso, sempre gostamos de músicas rápidas e enérgicas, o que encaixou muito bem com as letras do álbum. Gostamos de falar de situações que vemos em nossas vidas, incentivar as pessoas a repensarem seus atos e aprender com eles. Usamos nossa música para expressar a raiva que cada um carrega dentro de si. Neste disco, nossa inspiração foi o Brasil e tudo o que ele oferece de bom e de ruim. Como a banda enxerga o espaço dedicado à música mais pesada no Brasil? Muito bom. Graças aos fãs que consomem este tipo de música, está melhorando muito. O espaço em grandes eventos e na mídia também ajuda bandas como a nossa, independentes. Sabemos que existem fãs do estilo em todo lugar do país e, o melhor, o público é fiel. O rock une idades, crenças e opiniões com muito respeito e, assim, faz a música pesada perdurar. Ainda precisamos de muito mais bandas para que o cenário da música pesada nacional crie força e chegue a virar um circuito internacional de bandas e turnês. Mas temos fé que as coisas estão mudando por aqui. Vocês já se apresentaram em outros festivais grandes. É diferente do que tocar em um show comum? Sim! Existe uma vibração diferente em shows de festival que gostamos muito. O primeiro festival onde que tocamos foi o Maquinaria Fest (Chile) em 2012. Naquele show já sentimos essa vibração no primeiro acorde. Percebemos novos jeitos de tocar, de se movimentar e de conduzir o show. Em cada festival aprendemos coisas diferentes e por isso também estamos ansiosos para o Rock in Rio, que será o maior palco onde já teremos nos apresentado. Estamos preparados pra ele! https://www.youtube.com/watch?v=V_VCN0h94vE