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Racionais MC’s prometem doc para o primeiro semestre

por em 30/01/2016
(foto: Carlos Ferrari / Agência Preview) Por Rodrigo Amaral da Rocha “Esse ano vai ser muito louco”. Essa afirmação vem de Edi Rock e diz muito sobre o que os Racionais MC’s e seus integrantes tramam para os próximos meses. Responsáveis pelo encerramento do Palco Meca no primeiro dia  de Festival Planeta Atlântida, os Racionais receberam a Billboard Brasil com exclusividade no camarim antes de subirem ao palco e falaram sobre os objetivos para 2016, a aceitação do disco Cores E Valores e o lugar do rap nos dias de hoje. PRIMEIRO DIA DE FESTIVAL TEM BAILE DEMOCRÁTICO Para o primeiro semestre do ano, um documentário sobre os 25 anos dos Racionais deve encher de saudosismo os fãs mais velhos e matar a curiosidade dos mais novos sobre o mais bem-sucedido grupo de rap do Brasil. Já em fase de edição, o filme conta com relatos de Mano Brown, Ice Blue, Edi Rock e KL Jay e resgata imagens raras do tempo das fitas VHS. Edi Rock lembra de quando o rap vivia no submundo do underground. Mais de duas décadas depois, o gênero é um dos mais populares no Brasil. O resultado de tudo isso, segundo ele, é fruto de muito trabalho: “Foi uma evolução natural que nós fizemos parte. Vários grupos fizeram parte dessa evolução, mas principalmente os novos, que estão aí agora. A grande evolução do rap foi ter se tornado profissional e ter se capacitado. É o rap não só como música, mas como empresa”, diz ele. A reinvenção também faz parte. O último trabalho de estúdio dos Racionais foi diferente de tudo que o grupo já tinha feito. Com quinze faixas, o disco tem apenas 32 minutos. De tiro curto, mais focado no som, Cores E Valores tem um motivo: “Rap é momento, é crônica, é o que está acontecendo conosco, com a nossa mente, com o nosso mundo. Por isso, o Cores E Valores é menor, porque o mundo está mais rápido”, explica. Para Edi Rock, é natural que o público demore para digerir o álbum. Os fãs ainda vibram mais nos shows quando as grandes crônicas de dez minutos de duração são cantadas. No show realizado do Planeta Atlântida, por exemplo, “Negro Drama”, “A Vida É Desafio” e “Vida Loka”, foram mais festejadas do que o repertório de Cores E Valores. Mas, segundo Rock, é tudo questão de tempo. “As pessoas estão começando a entender agora, assim como demoraram para entender o Raio X Do Brasil, o Sobrevivendo No Inferno e até o Nada Como Um Dia Após O Outro Dia. “Vida Loka”, por exemplo, achavam que a gente estava fazendo ostentação e hoje é um hino”, conclui.
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Gusttavo Lima
3
Amante Não Tem Lar
Marília Mendonça
4
Sorte Que Cê Beija Bem
Maiara & Maraísa
5
Modão Duído (Part. Maiara & Maraisa)
Michel Teló
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Racionais MC’s prometem doc para o primeiro semestre

por em 30/01/2016
(foto: Carlos Ferrari / Agência Preview) Por Rodrigo Amaral da Rocha “Esse ano vai ser muito louco”. Essa afirmação vem de Edi Rock e diz muito sobre o que os Racionais MC’s e seus integrantes tramam para os próximos meses. Responsáveis pelo encerramento do Palco Meca no primeiro dia  de Festival Planeta Atlântida, os Racionais receberam a Billboard Brasil com exclusividade no camarim antes de subirem ao palco e falaram sobre os objetivos para 2016, a aceitação do disco Cores E Valores e o lugar do rap nos dias de hoje. PRIMEIRO DIA DE FESTIVAL TEM BAILE DEMOCRÁTICO Para o primeiro semestre do ano, um documentário sobre os 25 anos dos Racionais deve encher de saudosismo os fãs mais velhos e matar a curiosidade dos mais novos sobre o mais bem-sucedido grupo de rap do Brasil. Já em fase de edição, o filme conta com relatos de Mano Brown, Ice Blue, Edi Rock e KL Jay e resgata imagens raras do tempo das fitas VHS. Edi Rock lembra de quando o rap vivia no submundo do underground. Mais de duas décadas depois, o gênero é um dos mais populares no Brasil. O resultado de tudo isso, segundo ele, é fruto de muito trabalho: “Foi uma evolução natural que nós fizemos parte. Vários grupos fizeram parte dessa evolução, mas principalmente os novos, que estão aí agora. A grande evolução do rap foi ter se tornado profissional e ter se capacitado. É o rap não só como música, mas como empresa”, diz ele. A reinvenção também faz parte. O último trabalho de estúdio dos Racionais foi diferente de tudo que o grupo já tinha feito. Com quinze faixas, o disco tem apenas 32 minutos. De tiro curto, mais focado no som, Cores E Valores tem um motivo: “Rap é momento, é crônica, é o que está acontecendo conosco, com a nossa mente, com o nosso mundo. Por isso, o Cores E Valores é menor, porque o mundo está mais rápido”, explica. Para Edi Rock, é natural que o público demore para digerir o álbum. Os fãs ainda vibram mais nos shows quando as grandes crônicas de dez minutos de duração são cantadas. No show realizado do Planeta Atlântida, por exemplo, “Negro Drama”, “A Vida É Desafio” e “Vida Loka”, foram mais festejadas do que o repertório de Cores E Valores. Mas, segundo Rock, é tudo questão de tempo. “As pessoas estão começando a entender agora, assim como demoraram para entender o Raio X Do Brasil, o Sobrevivendo No Inferno e até o Nada Como Um Dia Após O Outro Dia. “Vida Loka”, por exemplo, achavam que a gente estava fazendo ostentação e hoje é um hino”, conclui.