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Rancid mostra um dos lados bons de ser punk: 20 músicas em uma hora

Veteranos da Califórnia cumpriram a cota dos mais velhinhos nesse sábado

por Marcos Lauro em 25/03/2017

Por mais que os mais jovens, fãs de The XX, The 1975 e afins, não saibam, a presença de uma banda como o Rancid na escalação do Lollapalooza é importante. Afinal, os frequentadores mais velhinhos também têm o direito de se divertir, certo?

CAGE THE ELEPHANT DEIXA LOLLAPALOOZA MAIS ANIMADO E ANÁRQUICO

No quesito custo-benefício, o show também compensa: em uma hora de apresentação, Tim Armstrong, Matt Freeman, Lars Frederiksen e Branden Steineckert desfilam 20 músicas do repertório da banda.

rancidRancid no Lollapalooza - Camila Cara/Divulgação

O Rancid começou em 1991 e lançou seu primeiro álbum, homônimo, em 1993 – dele apareceram músicas como “The Bottle”, hardcore perfeito para abrir as rodas na pista. Mas assim como no ano passado, na apresentação do Bad Religion, a animação não foi tanta – o espaço não encheu tanto e as poucas rodas que apareceram foram bem diante do palco.

THE 1975 LEVANTA O PÚBLICO (MUITO) JOVEM DO LOLLAPALOOZA BRASIL

Identidade é algo de que o fã do Rancid pode se orgulhar. O setlist apresentou músicas de todas as fases do grupo, numa linha do tempo caótica e barulhenta. O grupo tocou “Salvation”, nova faixa que estará no próximo álbum, e ela não ficou devendo nada às faixas mais antigas, dos anos 1990. O Rancid continua o mesmo.

COM PARTICIPAÇÃO DE BNEGÃO, BAIANASYSTEM FAZ SHOW PARA QUEM TEM SANGUE QUENTE E SUINGUE

Os dois maiores clássicos apareceram no final. “Time Bomb”, que fez parte da invasão do ska nos anos 1990, foi o penúltimo som da apresentação. “Ruby Soho”, oferecida à Lemmy, do Motorhëad, fechou.

CRIOLO DESVIA DE POLÊMICA E FAZ SHOW GRANDIOSO E ANIMADO

Nesse momento já dava para perceber a aproximação dos “camisetas pretas”, conhecidos também como “fãs do Metallica”. A noite promete ainda mais barulho.

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