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Saiba como foi o show do Franz Ferdinand, ontem, em São Paulo

por em 01/10/2014
0Q5A3802 Franz Ferdinand comanda pula-pula coletivo em São Paulo Por Angela Destri Quando turnês de artistas internacionais são anunciadas no Brasil, sempre rola aquela ansiedade. Mas não é bem o caso do Franz Ferdinand. O público daqui já está acostumado com a banda escocesa. Desde sua primeira passagem pelo Brasil, em 2006, quando abriu o show do U2, o Franz visitou terras tupiniquins outras seis vezes. A última aparição aconteceu ontem (30/09), em São Paulo; a próxima será amanhã, no Rio de Janeiro. Era difícil saber quem estava mais animado. A banda ou o público? Apesar de não lotarem o Espaço das Américas, os presentes não deixaram a desejar. Mesmo no show de abertura, do grupo goiâno de rock psicodélico Boogarins, o público vibrou e aplaudiu ao final de cada música. No momento em que a grande atração da noite subiu ao palco, os gritos não pararam mais. A banda abriu com “Right Action”, single do álbum de 2013, Right Thoughts, Right Words, Right Action. Diferentemente do que aconteceu no Lollapalooza de 2013, ontem as músicas do último trabalho já eram conhecidas e muitas delas foram bem recebidas e acompanhadas pelos fãs. Em seguida, veio um dos maiores hits do grupo: “No You Girls”, cantado a plenos pulmões e em meio a muitos pulos. A maior parte das músicas do grupo é muito animada e exige bastante fisicamente, tanto de quem se apresenta, como de quem assiste. Os poucos momentos mais lentos do show, como em “Brief Encounters”, foram acompanhados por corinhos - nesses momentos era possível recuperar um pouco o fôlego. Quando o inconfundível riff de “Take Me Out” começou a ser tocado, os fãs foram à loucura. Mesmo com outros sucessos na carreira, como “Do You Want To” e outros já citados, esse será sempre o clássico dos escoceses. “Take Me Out” é a música que consegue fazer com que todos unam as forças restantes, esqueçam o calor e não parem de pular e cantar até o fim. O vocalista Alex Kapranos e o guitarrista Nick McCarthy deram show de simpatia, brincando e interagindo o tempo todo com o público. Seus “obrigados” já são pronunciados quase sem sotaque. Apesar de consistente e bem equilibrado, o show não trouxe novidades. O setlist é o mesmo das últimas apresentações, apenas com alterações na ordem das músicas. Em “Outsiders”, o quarteto segue se reunindo em torno da bateria de Paul Thomson, um truque que já vimos diversas vezes. Último número da noite, “The Fire” foi dedicada aos Boogarins, que receberam elogios de Kapranos. Durante a música, o vocalista também conduziu um salto coletivo. Para quem assiste à performance, fica bem claro por que o Franz Ferdinand retorna ao Brasil tantas vezes. Ontem, Alex Kapranos e companhia tocaram em casa, para velhos amigos que já anseiam por um novo encontro.
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Saiba como foi o show do Franz Ferdinand, ontem, em São Paulo

por em 01/10/2014
0Q5A3802 Franz Ferdinand comanda pula-pula coletivo em São Paulo Por Angela Destri Quando turnês de artistas internacionais são anunciadas no Brasil, sempre rola aquela ansiedade. Mas não é bem o caso do Franz Ferdinand. O público daqui já está acostumado com a banda escocesa. Desde sua primeira passagem pelo Brasil, em 2006, quando abriu o show do U2, o Franz visitou terras tupiniquins outras seis vezes. A última aparição aconteceu ontem (30/09), em São Paulo; a próxima será amanhã, no Rio de Janeiro. Era difícil saber quem estava mais animado. A banda ou o público? Apesar de não lotarem o Espaço das Américas, os presentes não deixaram a desejar. Mesmo no show de abertura, do grupo goiâno de rock psicodélico Boogarins, o público vibrou e aplaudiu ao final de cada música. No momento em que a grande atração da noite subiu ao palco, os gritos não pararam mais. A banda abriu com “Right Action”, single do álbum de 2013, Right Thoughts, Right Words, Right Action. Diferentemente do que aconteceu no Lollapalooza de 2013, ontem as músicas do último trabalho já eram conhecidas e muitas delas foram bem recebidas e acompanhadas pelos fãs. Em seguida, veio um dos maiores hits do grupo: “No You Girls”, cantado a plenos pulmões e em meio a muitos pulos. A maior parte das músicas do grupo é muito animada e exige bastante fisicamente, tanto de quem se apresenta, como de quem assiste. Os poucos momentos mais lentos do show, como em “Brief Encounters”, foram acompanhados por corinhos - nesses momentos era possível recuperar um pouco o fôlego. Quando o inconfundível riff de “Take Me Out” começou a ser tocado, os fãs foram à loucura. Mesmo com outros sucessos na carreira, como “Do You Want To” e outros já citados, esse será sempre o clássico dos escoceses. “Take Me Out” é a música que consegue fazer com que todos unam as forças restantes, esqueçam o calor e não parem de pular e cantar até o fim. O vocalista Alex Kapranos e o guitarrista Nick McCarthy deram show de simpatia, brincando e interagindo o tempo todo com o público. Seus “obrigados” já são pronunciados quase sem sotaque. Apesar de consistente e bem equilibrado, o show não trouxe novidades. O setlist é o mesmo das últimas apresentações, apenas com alterações na ordem das músicas. Em “Outsiders”, o quarteto segue se reunindo em torno da bateria de Paul Thomson, um truque que já vimos diversas vezes. Último número da noite, “The Fire” foi dedicada aos Boogarins, que receberam elogios de Kapranos. Durante a música, o vocalista também conduziu um salto coletivo. Para quem assiste à performance, fica bem claro por que o Franz Ferdinand retorna ao Brasil tantas vezes. Ontem, Alex Kapranos e companhia tocaram em casa, para velhos amigos que já anseiam por um novo encontro.