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Sam Alves bateu um papo com a Billboard Brasil sobre o novo álbum, fama e muito mais

por em 16/04/2015
Na tarde de ontem (16/04), o cantor Sam Alves foi o convidado da Billboard Brasil para um papo ao vivo através do aplicativo Viber. O vencedor da segunda edição do The Voice Brasil falou sobre o lançamento de seu segundo álbum (ID), sobre a paixão das suas fãs “samurais” e o preço da fama. Leia os melhores momentos do bate-papo:  Billboard Brasil: Seus fãs se chamam entre eles de “samurais”. Da onde surgiu o nome? Sam Alves: Esse nome foi uma entre várias sugestões dos fãs. Houve uma votação na minha página do Facebook e ‘samurais’ foi o escolhido. BB: Qual música você mais gosta de ver os fãs cantando junto com você? SA: Na verdade gosto de todas! Mas foi muito emocionante ver a galera cantando “Nosso Vídeo” antes mesmo de começar a tocar nas rádios. Essa e “Be With Me”. BB: Qual é o sonho que você acredita estar mais perto de tornar-se realidade? SA: Ter o segundo CD gravado é um sonho muito antigo. Estou aproveitando essa conquista e em breve parto para o próximo sonho. BB: E por que o nome do disco é ID, que remete a identidade? SA: Como no primeiro CD optamos por gravar músicas que eu tinha feito no The Voice, esse CD foi a primeira oportunidade de poder gravar realmente as músicas que têm a minha cara. Nesse CD tem um pouquinho de todos os artistas que me inspiram. BB: E quem é a sua maior inspiração? SA: Whitney Houston, entre vários outros nomes do pop. BB: Você está com nova turnê, a ID Tour, existe possibilidade de um novo DVD? SA: Não nesse momento. Mas na hora certa vai ser um prazer! BB: Qual a música que te faz ficar feliz? SA: Várias! Dependendo do momento, várias me tocam. Esses dias fiquei ouvindo “Angel”, da Natasha Bedingfield. Agora, uma música que me deixaria alegre, seria “Bang Bang”, da Jessie J, Ariana e Nick Minaj. BB: Qual o lado bom da fama? E o lado ruim? SA: O lado bom é ver que seu trabalho está sendo reconhecido. E o ruim é não poder fazer coisas que eu fazia antes e não posso mais, como ir ao cinema e fazer compras. BB: Quais foram as dificuldades na hora de escolher as músicas do CD ID? SA: Nenhuma grande dificuldade. Eu já tinha em mente, o que eu queria nesse disco. BB: Teve algum show que te marcou? Que quando terminou, você pensou "que show foi esse!"? SA: De outro artista, adorei o do Justin Timberlake, do 20/20 Experience, em Boston. E meu, adorei um show que fiz em Campinas há pouco tempo. O público estava super animado. BB: O que você queria ser quando era criança? SA: Quando criança teve uma época que eu queria ser astronauta (como varias crianças), mas também já quis ser arqueólogo porque adoro história. Já adulto, comecei a faculdade de medicina. Cursei 3 anos, mas por insistência de amigos, fui tentar o The Voice americano. BB: Você pensa em seguir carreira nos estados unidos? SA: Na realidade, se eu tiver oportunidade, quero que a minha música alcance o mundo todo! BB: E as fãs, como você lida com o assédio? SA: O assédio tem um lado muito bacana. Dá pra sentir o carinho do público, mas, infelizmente, algumas pessoas passam dos limites, não entendendo que em certos momentos não tenho tempo de tirar fotos ou conversar. BB: Você já ficou com fã? Se não, ficaria? SA: Não, mas ficaria se rolasse a química. BB: Qual a maior loucura que uma fã já fez por você? SA: Não sei se maior, mas alguns me esperam por horas e horas em aeroportos, sem ao menos ter certeza de que passarei por lá. BB: O que você pensa sobre não ter passado para as próximas fases no The Voice americano e aqui ter ganhado? SA: Acho que as coisas acontecem na hora certa.  
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Sam Alves bateu um papo com a Billboard Brasil sobre o novo álbum, fama e muito mais

por em 16/04/2015
Na tarde de ontem (16/04), o cantor Sam Alves foi o convidado da Billboard Brasil para um papo ao vivo através do aplicativo Viber. O vencedor da segunda edição do The Voice Brasil falou sobre o lançamento de seu segundo álbum (ID), sobre a paixão das suas fãs “samurais” e o preço da fama. Leia os melhores momentos do bate-papo:  Billboard Brasil: Seus fãs se chamam entre eles de “samurais”. Da onde surgiu o nome? Sam Alves: Esse nome foi uma entre várias sugestões dos fãs. Houve uma votação na minha página do Facebook e ‘samurais’ foi o escolhido. BB: Qual música você mais gosta de ver os fãs cantando junto com você? SA: Na verdade gosto de todas! Mas foi muito emocionante ver a galera cantando “Nosso Vídeo” antes mesmo de começar a tocar nas rádios. Essa e “Be With Me”. BB: Qual é o sonho que você acredita estar mais perto de tornar-se realidade? SA: Ter o segundo CD gravado é um sonho muito antigo. Estou aproveitando essa conquista e em breve parto para o próximo sonho. BB: E por que o nome do disco é ID, que remete a identidade? SA: Como no primeiro CD optamos por gravar músicas que eu tinha feito no The Voice, esse CD foi a primeira oportunidade de poder gravar realmente as músicas que têm a minha cara. Nesse CD tem um pouquinho de todos os artistas que me inspiram. BB: E quem é a sua maior inspiração? SA: Whitney Houston, entre vários outros nomes do pop. BB: Você está com nova turnê, a ID Tour, existe possibilidade de um novo DVD? SA: Não nesse momento. Mas na hora certa vai ser um prazer! BB: Qual a música que te faz ficar feliz? SA: Várias! Dependendo do momento, várias me tocam. Esses dias fiquei ouvindo “Angel”, da Natasha Bedingfield. Agora, uma música que me deixaria alegre, seria “Bang Bang”, da Jessie J, Ariana e Nick Minaj. BB: Qual o lado bom da fama? E o lado ruim? SA: O lado bom é ver que seu trabalho está sendo reconhecido. E o ruim é não poder fazer coisas que eu fazia antes e não posso mais, como ir ao cinema e fazer compras. BB: Quais foram as dificuldades na hora de escolher as músicas do CD ID? SA: Nenhuma grande dificuldade. Eu já tinha em mente, o que eu queria nesse disco. BB: Teve algum show que te marcou? Que quando terminou, você pensou "que show foi esse!"? SA: De outro artista, adorei o do Justin Timberlake, do 20/20 Experience, em Boston. E meu, adorei um show que fiz em Campinas há pouco tempo. O público estava super animado. BB: O que você queria ser quando era criança? SA: Quando criança teve uma época que eu queria ser astronauta (como varias crianças), mas também já quis ser arqueólogo porque adoro história. Já adulto, comecei a faculdade de medicina. Cursei 3 anos, mas por insistência de amigos, fui tentar o The Voice americano. BB: Você pensa em seguir carreira nos estados unidos? SA: Na realidade, se eu tiver oportunidade, quero que a minha música alcance o mundo todo! BB: E as fãs, como você lida com o assédio? SA: O assédio tem um lado muito bacana. Dá pra sentir o carinho do público, mas, infelizmente, algumas pessoas passam dos limites, não entendendo que em certos momentos não tenho tempo de tirar fotos ou conversar. BB: Você já ficou com fã? Se não, ficaria? SA: Não, mas ficaria se rolasse a química. BB: Qual a maior loucura que uma fã já fez por você? SA: Não sei se maior, mas alguns me esperam por horas e horas em aeroportos, sem ao menos ter certeza de que passarei por lá. BB: O que você pensa sobre não ter passado para as próximas fases no The Voice americano e aqui ter ganhado? SA: Acho que as coisas acontecem na hora certa.